Hoje nas notícias: imigrantes, crédito barato e orçamento retificativo
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Nos últimos três meses, duplicaram os processos de contratação submetidos, assim como o número de imigrantes para quem foi requerido visto no âmbito da ‘via verde’ da imigração. O Banco de Portugal está a interrogar os bancos sobre as atuais “taxas baixas” do crédito à habitação. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.
Escolha o ECO como fonte preferida no Google
Construção faz disparar pedidos para entrada de imigrantes
Perto de completar um ano desde que entrou em vigor, os processos de contratação submetidos ao abrigo da chamada ‘via verde’ para a imigração “duplicaram” só nos últimos três meses, assim como o número de imigrantes para quem foi requerido visto, revela o presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), acrescentando que, a estes, juntam-se “os muitos pedidos que se encontram em preparação e que são o triplo em relação a novembro”. Até à passada terça-feira, dia 3 de março, a CPCI tinha recebido e encaminhado 211 processos de pedidos de visto para a Direção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas, a maioria de natureza grupal, que abrangem 1.427 trabalhadores para a construção. Com processos em preparação encontram-se mais 259 imigrantes. “O fluxo começou lento, mas as empresas estão claramente a demonstrar interesse”, salienta Manuel Reis Campos.
Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)
BdP interroga bancos sobre “taxas baixas” na habitação
Numa ação de inspeção à forma como definem o preço do crédito à habitação, o Banco de Portugal está a interrogar os bancos sobre as atuais “taxas baixas” nos empréstimos para a compra de casa. A instituição liderada por Álvaro Santos Pereira quer saber se os bancos estão a considerar o custo do capital, o custo da liquidez e o custo do risco do cliente. Segundo o próprio Banco de Portugal, esta ação de supervisão transversal às principais instituições financeiras tem como objetivo verificar a conformidade com as orientações da Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) sobre a concessão e monitorização de crédito. No entanto, ainda nem todos os bancos foram questionados: os inquéritos já chegaram ao BCP e à CGD, mas o BPI e o Novobanco, por exemplo, ainda não os receberam.
Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)
Impacto de 2.000 milhões pode levar a orçamento retificativo
O Governo já estabeleceu que apenas um impacto de cerca de 2.000 milhões de euros poderá fazer com que comece a ponderar a apresentação de um orçamento retificativo ao longo deste ano. Embora protegido pelas margens de segurança habitualmente existentes nos orçamentos do Estado, está a ser pressionado pelas despesas que vai realizar na resposta aos efeitos das tempestades que assolaram o país, a que se juntam agora os potenciais impactos negativos que o conflito no Irão pode ter nas contas públicas. Ainda assim, o facto de se realizarem despesas que não estavam previstas ou de algumas receitas fiscais deixarem de ser cobradas não significa por si só que o Governo tenha de apresentar no Parlamento um Orçamento do Estado (OE) retificativo. Para que tal aconteça, segundo estabelece a Lei de Enquadramento Orçamental, uma de duas situações tem de ocorrer: ou os tetos de despesa global e por programa orçamental (a despesa por ministério) autorizados pelo Parlamento são ultrapassados ou o limite até ao qual o Estado está autorizado a endividar-se é superado.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago)
Mais de 40 mil casas projetadas ficaram por construir
No acumulado de 2024 e 2025, mais de 40 mil habitações ficaram por construir, o que compara com cerca de 18 mil nos dois anos anteriores, segundo dados da Confidencial Imobiliário. Em causa está a diferença entre o número de fogos projetados e os licenciados: em 2024 e 2025 foram projetados 114 mil fogos, mas apenas 72,7 mil foram licenciados. Feitas as contas, mais de 36% (41,2 mil) ficaram em suspenso, o que representa mais do dobro face a 2022 e 2023 (mais 125%), em que ficaram por avançar 18,3 mil. Se considerarmos apenas a Área Metropolitana de Lisboa, o fosso é ainda maior, com 41% dos empreendimentos em suspenso no período analisado (10,6 mil fogos de um total de 25,5 mil projetados; mais 88% do que nos dois anos anteriores).
Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)
Autarcas socialistas namoram dissidentes do Chega
O Executivo da Câmara de Coimbra, liderado pela socialista Ana Abrunhosa, prepara-se para nomear a vereadora Maria Lencastre Portugal, que se desfiliou do Chega e passou a independente, para a direção de uma escola profissional. O convite para ser gestora executiva do Instituto Técnico Artístico e Profissional de Coimbra (ITAP), com um salário de cerca de quatro mil euros, incluindo despesas de representação, foi feito no último fim de semana, tendo sido aceite pela ex-militante do partido de André Ventura na passada segunda-feira. Em Bragança, a presidente da Câmara, Isabel Ferreira, nomeou José Pires, que foi deputado municipal pelo Chega no mandato anterior, seu chefe de gabinete. Quando foi designado, em janeiro, este “era independente e não militante de nenhum partido”.
Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Hoje nas notícias: imigrantes, crédito barato e orçamento retificativo
{{ noCommentsLabel }}