Direto “Tudo farei para estancar frenesim eleitoral”. Seguro diz que chumbo do OE não tem de implicar eleições
No primeiro discurso como Presidente da República, Seguro promete lutar pela estabilidade política e pela resolução dos “desafios estruturais” do país, que “se arrastam há tempo demais”.
António José Seguro toma posse esta segunda-feira como o 21.º Presidente da República Portuguesa, numa cerimónia na Assembleia da República, dando início a um mandato de cinco anos. Figura equilibrada, ponderada, prudente e de consensos, que coloca os interesses do país acima dos pessoais e partidários, promete ser o porto seguro da estabilidade da legislatura, recusando ciclos políticos curtos.
A dissolução da Assembleia da República — a “bomba atómica” presidencial — será o último recurso, garante. “Quanto à duração da legislatura, não será por mim que ela será interrompida”, prometeu Seguro.
Mas há linhas vermelhas intransponíveis. As mudanças ao Código do Trabalho não passarão tal como estão e sem um acordo de concertação social com patrões e sindicatos, avisou no único frente-a-frente que opôs Seguro a André Ventura na segunda volta para as presidenciais, que antecederam a ida às urnas, a 8 de fevereiro.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
“Tudo farei para estancar frenesim eleitoral”. Seguro diz que chumbo do OE não tem de implicar eleições
{{ noCommentsLabel }}