G7 sem acordo para libertar para já reservas de petróleo
O grupo, composto pelos EUA, Canadá, Japão, Itália, Reino Unido, Alemanha e França, adiantou ainda assim que estava pronto para tomar as "medidas necessárias" para apoiar o fornecimento global.
Os ministros das Finanças do G7 não chegaram a acordo para libertar reservas estratégicas de petróleo, pelo menos por agora, após os preços da matéria-prima terem superado os 119 dólares por barril, esta segunda-feira.
Segundo um responsável do grupo, citado pela Reuters, houve um amplo consenso para não libertar para já estas reservas. Esta possibilidade foi discutida pelos ministros das finanças do G7 numa reunião, após a escalada dos preços.
O grupo, composto pelos EUA, Canadá, Japão, Itália, Reino Unido, Alemanha e França, adiantou, em comunicado, que estava pronto para tomar as “medidas necessárias” para apoiar o fornecimento global de energia, referindo a possibilidade de libertar reservas, ainda que tenha decidido não avançar já com esta medida.
“Houve um amplo consenso sobre isto”, disse à Reuters um responsável do G7 próximo das discussões entre os ministros das Finanças. “Não foi por alguém estar contra, trata-se apenas de timing. É necessária mais análise”, acrescentou.
Os ministros da Energia do G7 deverão realizar outra reunião sobre o mesmo tema esta terça-feira, e os líderes do G7 irão discutir o tema ainda esta semana, segundo adiantou a mesma fonte à Reuters, que referiu que a decisão final deverá ser tomada pelos líderes.
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