Hoje nas notícias: Seguro, defesa aérea e RSI
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Jorge Marrão, que fundou o Movimento Europa e Liberdade, próximo de Passos Coelho, ladeia o novo Presidente da República. Portugal está vulnerável ao nível da defesa antiaérea, dispondo apenas de mísseis Stinger de curto alcance. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta segunda-feira.
Seguro conta com passistas para a visão económica
Apesar de ser socialista, há claras posições económicas que aproximam António José Seguro, que toma hoje posse como Presidente da República, de Luís Montenegro, da Aliança Democrática, ou pelo menos de um PS mais ao centro. Seguro tem vindo a procurar aconselhamentos nas mais diversas áreas e na economia, em particular, valoriza contributos de dentro e fora da política, entre os quais o de Jorge Marrão, presidente e um dos fundadores do Movimento Europa e Liberdade. Este economista reuniu, aliás, antigos apoiantes de Pedro Passos Coelho para um evento há menos de cinco meses. A associação de Jorge Marrão e de outros passistas, de independentes a figuras fora da política, em torno do novo Presidente da República reforça a ideia de que Seguro terá um papel de vigilância ativa na economia, nos fundos de desenvolvimento territorial e na necessidade de desenvolver indústria e exportações.
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Portugal sem defesa aérea anti-míssil de médio e longo alcance
A defesa antiaérea — isto é, a proteção contra ameaças vindas do ar — está identificada como uma das fragilidades de Portugal em termos de defesa. Apesar dos sucessivos alertas das chefias militares, ainda vai demorar vários anos para colmatar esta lacuna, em especial ao nível do médio e longo alcance. Portugal dispõe apenas de mísseis de curto alcance, os Stingers, guiados por infravermelhos e que atingem alvos a muito baixa altitude, como helicópteros ou drones. São manobrados pelo Exército desde 1994, que não revela de quantas unidades dispõe atualmente. As Forças Armadas dispõem ainda de um sistema mais amplo que inclui radares e os caça F-16 para intersecção aérea, além de que o país, estando integrado na NATO, beneficia dos sistemas de vigilância e alerta da Aliança, que recorre, nomeadamente, aos AWAC.
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Beneficiários de RSI recuam para mínimo de 20 anos
O número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) continua a baixa, tendo descido em janeiro para o valor mais baixo dos últimos 20 anos. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, foram 1.160 as pessoas que deixaram de receber o apoio, o que se explica tanto por opções políticas e leituras mais restritivas da lei, mas também melhorias no contexto económico. Face a janeiro do ano anterior, houve uma quebra de 5,7%, com 9.864 pessoas a deixarem de receber este subsídio. Atualmente, esta prestação social abrange 162.952 pessoas, prolongando a tendência de descida registada nos meses anteriores e atingindo o número mais baixo de beneficiários desde 2006.
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“Governo está a estudar uma via verde especial” para a construção
Paulo Fernandes, responsável por dirigir a estrutura de recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin, revelou que o Governo está a estudar a possibilidade de criar uma “via verde especial” para imigrantes que ainda estão no processo de conseguir a legalização, e que possam estar ligadas ao setor da construção civil, de modo a haver maior agilização para ter essa mão-de-obra disponível. “Se forem ativos importantes para a área da construção civil, se forem para aquele território das calamidades onde é preciso concentrar tanta energia, podemos, obviamente, agilizar mais, dar uma priorização maior a esse processo”, afirmou, em entrevista no podcast “Conversa Capital”, da Antena 1 e do Jornal de Negócios.
Leia a entrevista completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Bancos aumentaram número de balcões, porque trocaram funcionários por máquinas
Pela primeira vez nos últimos seis anos, aumentou o número de balcões bancários em Portugal, ainda que de forma residual. Em junho do ano passado, havia um total de 3.293 agências bancárias com atividade disponível, quando em dezembro de 2024 eram 3.293, segundo os dados mais recentes da Associação Portuguesa de Bancos (APB). Esta evolução esconde, contudo, uma realidade paralela: há casos em que os balcões permanecem abertos com horários aleatórios e disponibilizam apenas serviços mínimos aos clientes, enquanto as máquinas têm as operações mais comuns. António Fonseca, presidente do Mais Sindicato, aponta que este cenário se verifica, sobretudo, “em localizações onde a população é muito envelhecida e necessita de um apoio especial que vai deixando de ter”. “Está a perder-se a responsabilidade social dos bancos”, lamenta.
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