Sócrates fica (de novo) sem advogado. É o quarto oficioso a renunciar

É o quarto advogado oficioso que desiste da defesa de Sócrates no julgamento da Operação Marquês. A estes juntam-se Pedro Delille, José Preto e Sara Leitão Moreira, escolhidos pelo arguido.

José Sócrates voltou a ficar sem advogado. Este é o quarto advogado oficioso (nomeado pelo Estado) a desistir. Segundo avança a CNN Portugal, Marco António Amaro renunciou à defesa do antigo primeiro-ministro no âmbito da Operação Marquês com um pedido de escusa junto do Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados. Esta decisão volta a suspender o julgamento, cujo reinício estava previsto para o próximo dia 17.

O defensor oficioso, nomeado pela Ordem dos Advogados sem indicação de Sócrates, dispunha apenas de dez dias para consultar e analisar o processo, preparar a estratégia de defesa e cumprir a determinação da juíza-presidente para retomar o julgamento. No entanto, acabou por abdicar da defesa do ex-primeiro ministro pouco tempo depois de ter levantado o processo na secretaria do tribunal, há cerca de uma semana.

Com esta renúncia, a Ordem dos Advogados terá agora de encontrar, nos próximos dias, um novo advogado para assegurar a defesa do antigo líder do PS, caso este não venha entretanto a contratar um advogado, escolhido por si.

No último ano, este é o sétimo advogado a desistir. Pedro Delille, José Preto e Sara Leitão Moreira também renunciaram ao mandato, após divergências com o tribunal. A estes juntam-se ainda os advogados oficiosos José Ramos, Inês Louro e Ana Velho.

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