Hoje nas notícias: setor automóvel, Spinumviva e imobiliário
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Num cenário em que o conflito no Irão se prolongue, as fabricantes automóveis poderão sofrer um novo golpe, segundo avisa a agência de notação financeira canadiana DBRS. A insuficiência de materiais e equipamento foi apontada como o problema mais recorrente na indústria automóvel nos três últimos trimestres de 2025. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quarta-feira.
Guerra no Irão ameaça ser novo golpe para setor automóvel
Depois da pandemia de Covid-19, a escassez de chips, a guerra na Ucrânia e a consequente subida dos preços da energia, as tarifas impostas por Donald Trump e a crescente concorrência das construtoras automóveis chinesas, o setor automóvel da Europa pode sofrer um novo golpe caso o conflito no Irão se prolongue, adverte a Morningstar DBRS numa nota de research. Segundo a agência de notação financeira canadiana, os riscos de curto prazo são de aumento dos custos logísticos, disrupções na cadeia de abastecimento e maiores custos energéticos e de matérias-primas. A DBRS recorda que este é um setor já debilitado e que, em termos de avaliação da qualidade da dívida, as perspetivas são negativas para muitos dos principais players, como é o caso da Stellantis (rating BBB, apenas um degrau acima de “lixo”, com perspetiva negativa); do Grupo Volkswagen (classificado A (baixo) com um outlook negativo); da Mercedes-Benz (rating A e perspetiva negativa); e do Grupo BMW (notação A (alto), mas outlook negativo).
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Falta de chips foi principal obstáculo à construção de carros em 2025. Nunca tinha sido assim
A falta de componentes foi, de longe, o maior obstáculo à produção automóvel no ano passado, segundo mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). No último trimestre de 2025, 80,8% das empresas identificaram obstáculos à atividade no fabrico de carros, sendo a insuficiência de materiais e/ou equipamentos apontada como o problema mais recorrente, com 88% de respostas — valores que são iguais aos registados nos dois trimestres anteriores. Quanto às dificuldades em contratar pessoal qualificado e dificuldades de tesouraria ou em obter crédito bancário nunca foram realmente problemas sérios para a indústria automóvel em Portugal, de acordo com os dados do INE.
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Decisão sobre clientes de Montenegro partiu do presidente do Tribunal Constitucional
Foi o presidente do Tribunal Constitucional (TC), José João Abrantes, relator do processo que envolve o primeiro-ministro e a Entidade para a Transparência, que decidiu não apreciar o recurso de Luís Montenegro que tentava evitar que a lista de clientes da Spinumviva fosse do conhecimento público. Na semana passada, o TC informou que decidiu não apreciar o recurso que Luís Montenegro tinha interposto em junho junto daquele tribunal. Em novas respostas dadas nesta segunda-feira, informa que “este tipo de processos não é objeto de distribuição” por outros juízes, “uma vez que o respetivo relator é o Presidente do Tribunal Constitucional”.
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Queixas sobre mediação imobiliária quadruplicaram em quatro anos
O número de empresas com autorização de mediação imobiliária cresce diariamente, sendo já mais de 11.500, mas o volume de queixas sobre o setor também está em máximos históricos. De acordo com a entidade reguladora desta atividade, o Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e da Construção (IMPIC), houve 2.487 reclamações no ano passado, mais 606 do que em 2024. Olhando para os números de 2021, quando houve 549 queixas, verifica-se que as reclamações mais do que quadruplicaram em 2025 face a esse ano. Segundo o IMPIC, os motivos para as queixas são “bastante amplos”, mas há três que se destacam: à cabeça estão “situações de receção de quantias relacionadas com o documento de reserva”, seguindo-se “atendimento realizado pelos angariadores e técnicos das empresas de mediação imobiliária” e o “possível incumprimento contratual da outra parte no contrato-promessa de compra e venda”.
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Primeira Urgência Centralizada de Obstetrícia avança em Loures, mas só com reforço de enfermeiros
A Urgência Regional de Ginecologia e Obstetrícia de Loures-Odivelas/Estuário do Tejo vai começar a receber, a partir da próxima segunda-feira, utentes dos concelhos de Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Benavente e Vila Franca de Xira. Esta urgência irá funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana, sendo que as equipas da ULS Loures/Odivelas vão assegurar 80% da prestação contínua dos cuidados de urgência, enquanto as equipas da ULS Estuário do Tejo asseguram os outros 20%, disponibilizando apenas enfermeiros especialistas — porque só integra um médico ginecologista-obstetra no seu mapa de pessoal. A maternidade do Hospital de Vila Franca de Xira vai continuar a funcionar, incluindo partos programados e consultas abertas de ginecologia e obstetrícia, mas o serviço de urgência deixa de estar disponível.
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