Conforama revela que cerca de 60% dos espanhóis prefere camas amplas para melhorar o seu descanso
Segundo a empresa, o aumento do tamanho das camas reflete uma maior preocupação da população com um sono de qualidade.
58% dos consumidores espanhóis optam por camas de maiores dimensões para melhorar o seu descanso, uma tendência que revela um interesse crescente pela qualidade do sono e pelo ambiente em que se dorme, de acordo com dados analisados pela Conforama no âmbito do Dia Mundial do Sono.
Mais concretamente, a medida 150 x 190 centímetros consolida-se como a opção mais escolhida, com cerca de 30% das preferências, à frente da tradicional cama de 135 x 190 centímetros, que representa cerca de 19%. Além disso, cerca de 9% dos consumidores optam por formatos de maiores dimensões, o que reflete um interesse crescente em dispor de mais espaço durante o descanso noturno, especialmente quando se dorme em casal.
A par do tamanho da cama, também mudam as preferências em relação aos materiais dos colchões. Mais de metade dos consumidores (53,3%) opta por modelos de espuma de alta resiliência com viscoelástica, devido à sua capacidade de adaptação ao corpo, enquanto 45,8% escolhe colchões de molas, especialmente os de molas ensacadas (27,8%), que reduzem a transmissão de movimentos, e os de fio contínuo (18%), que proporcionam maior firmeza e resistência.
SONO DE QUALIDADE
Este maior interesse pelo ambiente de descanso coincide com um contexto em que diversos estudos apontam que quase metade dos adultos não desfruta de um sono de qualidade e dorme menos de sete horas por dia, abaixo das recomendações dos especialistas.
A socióloga e especialista em higiene do sono Carmen Domínguez, colaboradora da Conforama, explica que fatores como o stress, a hiperconectividade ou o uso de ecrãs antes de dormir estão a influenciar cada vez mais os hábitos de descanso. Além disso, o tamanho da cama também pode influenciar a qualidade do sono, especialmente quando se dorme acompanhado, uma vez que durante a noite ocorrem mudanças posturais e, ao partilhar o colchão, esses movimentos podem transmitir-se e provocar pequenos despertares. Segundo a especialista, superfícies mais amplas ou sistemas que favorecem a independência das camas podem contribuir para melhorar o descanso noturno.
Os especialistas da Conforama recomendam ainda prestar atenção ao ambiente do quarto, manter uma temperatura entre 18 e 21 graus e renovar o colchão aproximadamente a cada oito ou dez anos para conservar as suas propriedades de suporte e conforto.
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