Hoje nas notícias: Gigafábrica, Mota-Engil e telecomunicações
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Além de Sines, também Abrantes terá uma gigafábrica de inteligência artificial, que funcionará como redundância. A Muddy Waters, que iniciou uma vaga de participações a descoberto no capital da Mota-Engil em 2024, moveu um processo de difamação no tribunal federal do Texas contra o CEO da construtora portuguesa, Carlos Mota dos Santos. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.
Gigafábrica de IA em Sines terá suporte em Abrantes
Além de Sines, também Abrantes terá uma gigafábrica de inteligência artificial (IA), que funcionará como redundância, se a candidatura ibérica for bem-sucedida. Embora Lisboa não esteja ainda excluída como possibilidade, Abrantes é considerada pelo consórcio português, liderado pelo Banco de Fomento, um polo secundário excecional, com rápido acesso ao mercado e proximidade ao centro demográfico. Do lado espanhol, a decisão passa por Terragona, com redundância em Madrid. A futura gigafábrica ibérica deverá ter uma capacidade instalada próxima dos 150 megawatts de computação, suportada por mais de 100 mil GPUs de última geração, permitindo disponibilizar serviços avançados de IA a empresas, universidades, centros de investigação e entidades públicas.
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Short-sellers processam CEO da Mota-Engil
O fundo abutre Muddy Waters passou do short-selling para a justiça e está a acusar o CEO da Mota-Engil, Carlos Mota dos Santos, de difamação. O processo foi entregue em dezembro passado junto de um tribunal federal do Texas, nos EUA, de onde a gestora, fundada por Carson Block, é originária. Fonte oficial da construtora portuguesa confirma que “tomou recentemente conhecimento da ação cível intentada ao seu CEO num tribunal dos Estados Unidos da América pela Muddy Waters” e explica que “a Mota-Engil e o seu CEO entregaram, através dos seus advogados representantes nos EUA, três moções solicitando o indeferimento liminar da ação por várias razões, incluindo por falta de fundamento plausível”. “Embora os únicos pedidos na ação digam respeito a esta alegada difamação, a Muddy Waters fez um conjunto de insinuações que a Mota-Engil considera completamente infundadas”, acrescenta.
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Maior operador grossista de telecom está à venda
O Cube Infrastructure Managers, através do Cube Infrastructure Fund II, está a vender a participação de 54% que detém desde 2018 na DSTelecom, o maior operador grossista de telecomunicações em Portugal. A empresa já tem estado a contactar potenciais investidores, mas o processo tem sido conduzido de forma restrita, sendo o objetivo receber em breve as propostas não vinculativas, de modo a que consiga escolher um comprador antes das férias de verão. Não é ainda claro se a venda será só da participação do fundo luxemburguês ou se abrangerá também os 46% que estão nas mãos do grupo bracarense DST, liderado pela família Gonçalves Teixeira.
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Ferro Rodrigues faltou à posse de Seguro em rutura com Aguiar-Branco
O socialista António José Seguro tomou posse como Presidente da República na passada segunda-feira. Na cerimónia, que decorreu na Assembleia da República, as ausências mais notadas foram precisamente de três colegas do seu partido, nomeadamente três antigos presidentes do Parlamento: Jaime Gama (2005-2011), Eduardo Ferro Rodrigues (2015-2022) e Augusto Santos Silva (2022-2024). Nenhuma dessas ausências, porém, teve qualquer relação com Seguro ou com o chefe de Estado cessante, Marcelo. Em relação a Gama, ninguém achou estranho — não vai a lado nenhum desde que se reformou da política, em 2011. Com Santos Silva o motivo foi profissional, conforme o próprio assegurou (“sou professor da Universidade do Porto e nesse dia tive duas conferências”). Quanto a Ferro Rodrigues, a razão foi política: entrou em rutura com o atual presidente da AR, José Pedro Aguiar-Branco, indignado por este não o ter defendido perante acusações de André Ventura sobre o escândalo Casa Pia. Ferro diz que informou previamente Seguro e Marcelo das razões da sua ausência. “Ambos compreenderam”
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MP investiga 19 casos de sobrefaturação de medicamentos para a diabetes
Nas fiscalizações realizadas no ano passado, o Infarmed detetou irregularidades na venda de dispositivos de medição de glicemia e medicamentos para a diabetes (muitos deles usados também na redução de peso), tais como venda pontual de medicamentos sem receita, dispensa de embalagens para um período superior a dois meses sem justificação válida e farmácias que faturaram embalagens que não tinham disponíveis. Em resultado disso, o regulador português do medicamento instaurou 27 processos de contraordenação contra farmácias e fez 19 participações ao Ministério Público, estas por suspeita de sobrefaturação ao Serviço Nacional de Saúde (SNS). O Infarmed assegura que vai continuar as fiscalizações em 2026.
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