Hoje nas notícias: fatura da energia, listas de clientes e leilões de casas

  • ECO
  • 17 Março 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O presidente da REN alerta que a escalada dos preços dos combustíveis deverá refletir-se nas faturas do gás e da eletricidade das famílias e empresas. Em consequência de o Tribunal Constitucional ter chumbado o recurso do primeiro-ministro contra a Entidade para a Transparência, há cinco ministros que têm de entregar àquele organismo a lista de clientes, os serviços prestados e as contas bancárias das suas empresas ou das firmas pertencentes aos cônjuges. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

REN alerta que subida dos combustíveis terá impacto nas faturas da energia

O presidente da REN alerta que a subida dos preços dos combustíveis, em resultado do conflito no Médio Oriente, deverá repercutir-se nas faturas de energia pagas por famílias e empresas. “Os preços dos combustíveis já estão a sofrer alterações e essas alterações têm sempre impactos nos preços finais do gás natural e da eletricidade”, afirma Rodrigo Costa, admitindo que “haverá certamente disrupções muito sérias nas cadeias de abastecimento, com repercussões gerais em todos os setores”, caso o conflito se prolongue. Apesar da volatilidade nos mercados energéticos internacionais, o presidente da REN considera que Portugal está hoje em melhores condições para enfrentar choques energéticos do que durante a crise desencadeada pela guerra na Ucrânia. “O sistema energético português é robusto tanto quanto possível e está mais bem preparado que em 2022”, realça.

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Cinco ministros obrigados a revelar lista de clientes de empresas

Maria do Rosário Palma Ramalho (ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social), Manuel Castro Almeida (ministro da Economia e da Coesão Territorial), Carlos Abreu Amorim (ministro dos Assuntos Parlamentares), Rita Alarcão Júdice (ministra da Justiça) e Nuno Melo (ministro da Defesa) estão obrigados a declarar à Entidade para a Transparência (EpT) a lista de clientes, os serviços prestados e as contas bancárias das suas empresas ou das firmas pertencentes aos cônjuges. A obrigação destes governantes entregarem estes dados à EpT surge como consequência imediata de o Tribunal Constitucional ter chumbado o recurso do primeiro-ministro contra a EpT.

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Leilões para venda de casas caem para metade nos últimos sete anos

Desde 2019 que a modalidade de transação imobiliária está em declínio. Segundo os dados da plataforma e-Leilões, desenvolvida pela Ordem dos Solicitadores e dos Agentes de Execução (OSAE), verifica-se uma quebra de 53,4% nos últimos sete anos no que toca ao recurso a leilões para escoar casas com origem em processos de dívidas: de 10.651 leilões de imóveis por um valor global recorde de 3,369 mil milhões de euros em 2019, antes da pandemia, para 4.957 leilões no ano passado, com o valor das vendas a atingir 404,1 milhões de euros, o mais baixo no mesmo período. Embora os números da plataforma da OSAE representem apenas uma parte do mercado, são consistentes com uma evolução apontada por outras fontes, como a Associação Profissional dos Mediadores Imobiliários de Portugal (APEMIP) e a Confidencial Imobiliário.

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Carlos Tavares: atual descentralização não chega, municípios “não têm escala” e fusões “não são simples”

O presidente da Associação Círculo de Estudos do Centralismo, Carlos Tavares, considera que o atual processo de descentralização não é suficiente para resolver o problema do centralismo em Portugal, porque muitas decisões exigem uma escala que os municípios não têm e os processos de fusão de autarquias são difíceis. “Tem de haver um poder político intermédio, que dê dimensão às decisões e que também tenha uma voz mais forte junto do poder central”, defende o antigo ministro da Economia, em entrevista ao Público. Carlos Tavares aponta que “essa estrutura subnacional, para substituir e não para acrescentar ao que existe, será fundamental a bem também das autarquias, porque passar alguns dos poderes que as autarquias têm para um nível intermédio será para as beneficiar e tornar as coisas mais eficientes”.

Leia a entrevista completa no Público (acesso pago)

Lisboa é das capitais com preços dos transportes públicos mais elevados em relação ao rendimento

Numa comparação feita a partir de um índice normalizado de base 100, as capitais da Bulgária, Roménia e Eslováquia (Sofia, Bucareste e Bratislava, respetivamente) surgem no topo da tabela no que toca às cidades onde o preço dos transportes mais pesa na carteira dos passageiros. Lisboa aparece em oitavo lugar, com os preços dos bilhetes a ter um peso médio-alto em relação ao rendimento. Do lado oposto deste ranking – ou seja, as capitais onde o preço dos bilhetes menos pesa no bolso dos viajantes – estão o Luxemburgo (com um peso de 0, uma vez que são gratuitos), Dublin, na Irlanda, e Copenhaga, na Dinamarca. Em termos absolutos, Copenhaga, Estocolmo e Amesterdão ocupam o pódio das cidades com os transportes mais caros, mas são também elas que têm dos salários médios mais elevados.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

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