Lisboa abre inquérito à Secretaria-Geral no âmbito da operação “Lúmen”
Câmara abriu um inquérito à Secretaria-Geral do município, para apurar eventuais irregularidades no protocolo com a UACS para as iluminações de Natal, após buscas da Polícia Judiciária.
A Câmara de Lisboa abriu um inquérito à Secretaria-Geral do município, para apurar eventuais irregularidades no protocolo com a União de Associações do Comércio e Serviços (UACS) para as iluminações de Natal, após buscas da Polícia Judiciária (PJ).
Num despacho com data de quarta-feira assinado pelo presidente da Câmara, Carlos Moedas (PSD), a que a Lusa teve acesso, determina-se a “abertura de inquérito à Secretaria-Geral do município, incidente sobre os procedimentos que levaram à celebração do Protocolo de Colaboração para as Iluminações de Natal na Cidade de Lisboa” com a UACS.
A PJ deteve, na terça-feira, quatro pessoas suspeitas dos crimes de corrupção ativa e passiva, participação económica em negócio, abuso de poder e associação criminosa, relacionados com o fornecimento e a instalação de iluminações festivas. Dez municípios, incluindo Lisboa, foram alvo de buscas.
Conforme disse fonte judicial à Lusa, o secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, é um dos detidos na operação “Lúmen”, bem como a presidente da UACS, Carla Salsinha, e ainda um administrador e um funcionário da empresa Castros Iluminações Festivas, que também foi alvo de buscas.
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