Drones da Tekever ganham novas capacidades na guerra eletrónica
Unicórnio nacional já fez teste de voo com drone com tecnologia da dinamarquesa Quadsat que lhe permite detetar e identificar sistemas de radar sem emitir sinais.
A Tekever fez o primeiro voo com o drone AR3 Evo com tecnologia da dinamarquesa Quadsat que lhe permite detetar e identificar sistemas de radar sem emitir sinais, ganhando novas capacidades na guerra eletrónica.
“Esta integração reflete o nosso compromisso em criar sistemas flexíveis e prontos para a missão, capazes de evoluir de acordo com as necessidades operacionais”, afirma Karl Brew. “Ao possibilitar uma colaboração perfeita entre plataformas e tecnologias avançadas de deteção, estamos a reforçar uma abordagem de arquitetura aberta que privilegia a adaptabilidade e a rapidez”, afirma o diretor-geral da Tekever no Reino Unido, citado em comunicado.
O teste de voo já realizado permitiu testar a integração no AR3 Evo da tecnologia da empresa dinamarquesa especializada em “cargas úteis de guerra eletrónica de longo alcance com tecnologias avançadas de deteção por radiofrequência (RF) capazes de detetar e geolocalizar emissores hostis nas profundezas das linhas inimigas ou no mar”, destaca a Tekever.
Soluções da Quadsat já foram testados no teatro de operações ucraniano, estando o SpectraLoc a ser usado desde janeiro pelas forças de defesa ucranianas para identificar posições de radares aéreos, por exemplo.

“Na Quadsat, estamos empenhados em garantir que a nossa tecnologia possa ser implementada em várias plataformas, permitindo uma implantação flexível e escalável para obter vantagem no campo de batalha atual, utilizando novas tecnologias para dominar o espectro eletromagnético”, refere o CEO da Quadsat, Niels Bjerregaard.
Os ensaios destacaram o potencial do AR3 EVO para operar em conjunto com a tecnologia da Quadsat durante o voo, esperando-se que o desenvolvimento desta integração “melhore a capacidade de transformar dados eletromagnéticos em inteligência acionável, apoiando os operadores na construção de uma compreensão mais clara e fiável do ambiente eletromagnético“.
Ao recolher inteligência de dados eletromagnéticos em voo, o drone reduz a sua dependência de sistemas terrestres tradicionais, tendo sido reduzido o tempo entre a deteção e a ação. “Isto reforça a plataforma da Tekever como ferramenta para a guerra eletrónica e apoia as forças no terreno com inteligência precisa e oportuna“, destaca a unicórnio nacional.
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