Hoje nas notícias: Doutor Finanças, Ventura e Coimbra
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
O fundador do Doutor Finanças foi denunciado por assédio sexual e moral e está a ser alvo de um processo disciplinar. A presidente da Câmara de Coimbra garante que municípios estão a avançar com despesa para reparar danos do comboio de tempestades e cheias sem saber que apoio vão receber do Governo. Os gestores públicos, tal como os privados, só passarão a ser sancionados financeiramente em caso de dolo ou culpa grave. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.
Fundador do Doutor Finanças denunciado por assédio sexual e moral
Rui Pedro Bairrada, cofundador e chairman do Doutor Finanças, está a ser alvo de um processo disciplinar na sequência de denúncias de alegado assédio moral e sexual. Os alegados comportamentos que foram denunciados remontam ao período em que exercia funções de CEO e levaram à emissão de duas notas de culpa, em janeiro e março, tendo Bairrada sido também impedido de entrar nas instalações da empresa. Rui Pedro Bairrada rejeita as acusações e diz estar “de consciência tranquila”, assegurando que apresentou contestação às notas de culpa com apoio jurídico. O gestor acusa ainda a atual direção de promover um processo de “instrumentalização” assente em “imputações falsas” e em “irregularidades graves”.
Leia a notícia completa no Observador (acesso pago).
Gestores públicos vão ter sanções financeiras em caso de dolo ou culpa grave
O Conselho de Ministros deverá aprovar nesta quinta-feira uma proposta de reforma do Tribunal de Contas (TdC) que prevê que os gestores públicos só passem a ser sancionados financeiramente caso de dolo (intenção de prejudicar o Estado) ou culpa grave (intenção de prejudicar o Estado). A proposta pretende dar mais margem de decisão aos gestores públicos, tornando o regime mais semelhante ao das empresas privadas, mas deverá merecer oposição da presidente do TdC.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Ventura, afinal, não recorreu a “censura” do Tribunal da Relação
O Tribunal Cível de Lisboa ordenou a retirada dos cartazes do Chega afixados durante a pré-campanha das presidenciais, no qual se lia que “os ciganos têm de cumprir a lei”, e cuja decisão foi validada pelo Tribunal da Relação de Lisboa. A decisão judicial gerou protestos por parte de André Ventura, que, a 13 de março, qualificou a decisão de “mau serviço à liberdade e democracia” por “encobrir e proteger a censura”, e garantindo de que iria recorrer da decisão no Tribunal Constitucional. No entanto, o prazo para interposição de recurso da decisão do Tribunal da Relação terminou esta terça-feira, 7 de abril, sem que Ventura tenha avançado.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).
Abrunhosa diz que resposta do Governo na agricultura é “totalmente insuficiente”
Ana Abrunhosa, presidente da Câmara de Coimbra e ex-ministra da Coesão Territorial, acusa o Governo de Montenegro de não estar a dar resposta aos problemas “gravíssimos” na agricultura, depois da passagem do comboio de tempestades, bem como das cheias que atingiram a região. Em entrevista ao programa Hora da Verdade, do Público e da Renascença, a edil explica que os municípios estão a avançar com despesa para reparar danos sem saber que apoio vão receber, apesar das verbas das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) já estarem disponíveis.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
Governo vai voltar a pagar funerais a crianças
A morte de um menino de dois anos motivou os pais a uma campanha para mudar a lei, por não terem tido direito ao reembolso das despesas de funeral porque a criança nunca descontou para a Segurança Social. Todos os partidos do Parlamento, exceto PSD e CDS, apresentaram propostas. Agora, o Governo decidiu antecipar-se, e vai aumentar o subsídio de funeral de crianças para 1.611,39 euros, equiparando-o ao reembolso das despesas de funeral. Até agora, os pais de um menor recebiam apenas 268,57 euros.
Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).
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