Duas mudanças na comissão executiva do BCP. Miguel Maya vai ser reconduzido até 2029
Há duas alterações na comissão executiva do BCP e mais cinco no conselho de administração, onde entrará Madalena Tomé, ex-presidente da SIBS. Miguel Maya e Nuno Amado vão ser reconduzidos até 2029.
Miguel Maya e Nuno Amado vão ser reconduzidos na liderança do BCP BCP 0,64% até 2029 enquanto CEO e chairman, respetivamente, mas o banco prepara-se para duas mudanças na comissão executiva e mais cinco no conselho de administração.
Os administradores Rui Teixeira (retalho) e José Silva Pessanha (risco) estão de saída e vão ser substituídos por António Pinto Júnior (que vem do banco polaco do BCP) e Miguel Manso (até agora diretor de risco do banco), segundo a proposta que vai ser votada na assembleia geral marcada para 7 de maio.
Quanto a Miguel Bragança (administrador financeiro), João Nuno Palma e Maria Campos, também vão ser reconduzidos nos cargos para o novo mandato, tal como Miguel Maya.
A nível do board, que vai continuar a ser liderado por Nuno Amado, cinco mulheres estão de saída: Altina Villamarin, Ana Paula Gray, Cidália Lopes, Esmeralda Dourado e Lingjiang Xu. Serão substituídas por outras cinco mulheres: Madalena Tomé (ex-SIBS), Isabel Gil, Carla Bambulo, Maria João Almeida e Patrícia Lopes Viana.
Também há alterações na mesa da assembleia geral, com Pedro Rebelo de Sousa a ser substituído por Cortes Martins na presidência.
É extensa a ordem de trabalhos da assembleia geral do BCP, que inclui ainda a aprovação das contas do ano passado (lucros de mais de mil milhões de euros) e a nova política de dividendos que compreende um reforço da componente de recompra de ações.
O banco vai atribuir 50% do resultado em forma de dividendo e até 40% através de um programa de shares buyback.
O banco tem dois acionistas de referência: a Fosun e a Sonangol, ambos com cerca de 20%. Mas pode haver mudanças a caminho. O grupo chinês pode estar de saída do capital do banco português, segundo o Expresso.
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