Pharol volta a não avançar com reagrupamento de ações
A empresa voltou a retirar da assembleia-geral o ponto sobre o “reagrupamento das ações" que previa a "alteração do valor nominal unitário das ações, de três cêntimos para três euros por ação”.
A Pharol voltou a não avançar com a proposta de reagrupamento de ações, tendo o ponto sido retirado durante a assembleia-geral (AG) desta sexta-feira, realizada em segunda convocatória, de acordo com o comunicado ao mercado.
Na nota, divulgada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa indicou que foi aprovada, pelos acionistas, a “retirada da proposta do ponto sete”, ou seja, o “reagrupamento das ações atualmente existentes, para que a cada 100 ações atuais passe a corresponder uma nova ação representativa do capital social da sociedade, com a alteração do valor nominal unitário das ações, de três cêntimos para três euros por ação” assim como a consequente alteração de estatutos.
A Pharol já apresentou uma proposta semelhante à AG, em 2025, mas na altura foi chumbada pelos acionistas. Por outro lado, foi deliberada favoravelmente uma revisão dos estatutos da sociedade, incluindo em matéria de objeto social, deixando a mesma de ser qualificada e de ficar sujeita ao regime das sociedades gestoras de participações sociais (SGPS), entre outras alterações.
Os acionistas da Pharol voltaram a reunir-se esta sexta-feira, depois de não terem conseguido votar dois dos pontos previstos na AG de 26 de março, por falta de quórum, segundo um comunicado ao mercado, nessa altura. A empresa explicou que os pontos seis e sete da ordem de trabalhos “tinham como objeto uma alteração aos estatutos da Sociedade para a qual era necessária a presença ou representação de acionistas detentores de, pelo menos, ações correspondentes a 1/3 do capital”.
No entanto, no momento da discussão e deliberação desses pontos, “a lista de presenças na Assembleia Geral evidenciava que não se encontravam presentes ou representados acionistas que perfizessem 1/3 do capital social, verificou-se a inexistência de quórum constitutivo mínimo para discussão e votação”, referiu.
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