Hoje nas notícias: Aeroporto de Lisboa, lei laboral e empresas

  • ECO
  • 23 Abril 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Uma inspeção surpresa da Comissão Europeia aponta 14 falhas graves na qualidade dos recursos humanos, equipamentos e fiscalizações realizadas pela PSP no Aeroporto de Lisboa. Goucha perde disputa de mais de um milhão de euros com o Fisco e Mais de metade das empresas soma atrasos no pagamento a fornecedores. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta quinta-feira.

Aeroporto de Lisboa arrisca chumbo por insegurança

Uma inspeção surpresa da Comissão Europeia, feita em dezembro de 2025, aponta 14 falhas graves na qualidade dos recursos humanos, equipamentos e fiscalizações realizadas pela PSP no Aeroporto de Lisboa. Portugal tem até ao final do ano para resolver os problemas no que é considerado por este organismo europeu como “uma das mais importantes fronteiras aéreas do espaço Schengen”. A gravidade do relatório foi mencionada pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, na audição parlamentar de terça-feira. “Fomos alvo de uma inspeção e as incongruências estão já a ser resolvidas”, disse.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

António Mendonça: “Tenho dúvidas de que alterações” à lei laboral impactem na estrutura produtiva

O bastonário da Ordem dos Economistas defende que a reforma laboral deve ser aprovada, mas tem dúvidas de que as alterações propostas pelo Governo, e negociadas em sede de concertação social, “tenham grandes impactos em termos da alteração da estrutura produtiva” da economia nacional. Em entrevista ao Público e à Renascença, António Mendonça questiona as medidas ligadas à “manutenção dos contratos, ao prolongamento dos contratos a prazo, questões ligadas à possibilidade da prática sindical das empresas, ao outsourcing…”. “Precisamos de mais grandes empresas, de mais médias empresas. O problema da escala na economia portuguesa é fundamental. E corremos riscos de, com certas flexibilidades da legislação laboral, alimentar uma estrutura arcaica, subsidiodependente que não gera modificações”, afirmou.

Leia a entrevista completa no Público (acesso pago)

Goucha perde disputa de mais de um milhão de euros com o Fisco

O Centro de Arbitragem Administrativa (CAAD) deu razão ao Fisco num processo que envolve Manuel Luís Goucha. O apresentador criou uma empresa à qual cedeu, a título gratuito, os seus direitos de imagem e o direito à sua exploração, e através da qual prestava serviços a várias entidades, sendo os respetivos rendimentos, dessa forma, tributados em IRC. Uma inspeção realizada pelo Fisco concluiu que a sociedade tinha sido criada apenas com o objetivo de ali parquear os ditos rendimentos e acionou a chamada cláusula geral antiabuso (CGAA). Estavam em causa apenas os ganhos de 2019 e a fatura final foi fixada em 1,17 milhões de euros, dos quais 670 mil euros relativos a imposto e os restantes 500 mil a título de juros compensatórios. Como um dos árbitros do CAAD votou vencido, Goucha pode ainda recorrer.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Mais de metade das empresas soma atrasos no pagamento a fornecedores

Três quintos (60%) das empresas portuguesas admitem pagar tarde aos fornecedores porque também recebem tarde, segundo o mais recente European Payment Report 2026, da Intrum, que conclui que os pagamentos em atraso estão a travar o crescimento das sociedades em Portugal, deixando o problema de ser um mero incómodo administrativo para se tornar num travão estrutural à economia. Em Portugal, 10,27% das receitas empresariais são recebidas fora de prazo, ultrapassando o limiar considerado sustentável. Na Europa, o valor médio é ainda superior e situa-se nos 12%. O resultado é um efeito dominó que atravessa cadeias de abastecimento inteiras.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago)

Portugal tem PME “a mais”, mas BPF propõe bazuca para resolver o problema

Portugal tem “demasiadas” pequenas e médias empresas (PME), muitas delas microempresas, que sofrem com falta de capital, dificuldade em atrair talento e aceder a crédito “menos oneroso”, não conseguindo, assim, explorar todo o seu potencial. Foi o secretário de Estado do Orçamento, José Maria Brandão de Brito, que o disse no encerramento da conferência M&A – Consolidar para Crescer, organizada pelo Diário de Notícias e a consultora PwC. Para resolver esse “problema”, o presidente executivo do Banco Português de Fomento (BPF), Gonçalo Regalado, ofereceu uma solução: uma bazuca de 30 mil milhões de euros em injeção de fundos no tecido empresarial parqueado em Portugal para dar músculo global às empresas que convençam os investidores. A ideia é não discriminar empresas pelo tamanho.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

 

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