Crimes de corrupção caem na Operação Marquês. Caso Vale do Lobo prescreve esta semana

  • ECO
  • 28 Abril 2026

Investidores no projeto algarvio são quem vai beneficiar, para já, da prescrição dos crimes, embora permaneçam acusados pelo crime de branqueamento de capitais.

Os crimes de corrupção ativa relativos ao empreendimento de luxo de Vale do Lobo, no Algarve, no âmbito da Operação Marquês, vão prescrever até ao final desta semana, enquanto a parte passiva dos mesmos factos vai prescrever no próximo mês de junho.

Os investidores no projeto algarvio, Diogo Gaspar Ferreira e Rui Horta e Costa, arguidos no processo e atualmente em julgamento, são quem vai beneficiar, para já, da prescrição dos crimes, embora permaneçam acusados pelo crime de branqueamento de capitais, escreve o Correio da Manhã (acesso pago).

Em junho, José Sócrates e Armando Vara ficam livres do respetivo crime de corrupção passiva. Segundo a acusação do Ministério Público, ambos beneficiaram de um milhão de euros como contrapartida pelo financiamento da Caixa Geral de Depósitos (CGD) ao projeto, no valor de 200 milhões de euros.

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