Guimarães ganha centro de computação avançada em obra de cinco milhões para a DST

Centro de Dados do Centro Nacional de Computação Avançada está a ser construído pela DST no polo universitário da Universidade do Minho em Azurém.

A construtora DST anunciou esta segunda-feira que está a executar a empreitada de construção do Centro de Dados do Centro Nacional de Computação Avançada (CNCA), no polo universitário de Azurém, em Guimarães. O projeto representa um investimento global de 5,1 milhões de euros e deverá estar concluído em setembro deste ano.

Promovido pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), o novo centro de dados foi concebido para alojar equipamentos informáticos avançados ao serviço da ciência, tecnologia e inovação, incluindo sistemas da Universidade do Minho, supercomputadores europeus e nacionais, bem como equipamentos de telecomunicações e de suporte da RCTS – Rede Ciência, Tecnologia e Sociedade, responsável por interligar instituições de ensino superior e centros de investigação em todo o país.

Financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do investimento Ciência Mais Digital, o novo centro de dados deverá contribuir para o reforço do ecossistema digital e tecnológico da região, criando condições para a instalação de empresas tecnológicas e startups e potenciando a criação de emprego qualificado, nomeadamente nas áreas de engenharia de redes, cibersegurança, gestão de sistemas e manutenção especializada.

Em comunicado, o grupo liderado por José Teixeira sublinha que a “infraestrutura poderá também reforçar a projeção internacional de Guimarães enquanto polo tecnológico, atraindo conferências, eventos de inovação e iniciativas ligadas à economia digital”.

A construção prevê uma estrutura porticada em betão armado pré-fabricado, com paredes exteriores em painéis pré-fabricados de betão com isolamento térmico, complementadas por soluções construtivas especializadas que garantem desempenho técnico e eficiência operacional.

No interior, as compartimentações serão executadas com estruturas leves em perfis metálicos preenchidos com lã de rocha, enquanto os espaços dedicados ao data center integrarão estruturas autoportantes com rede divisória metálica, adequadas às necessidades específicas de instalação e manutenção de equipamentos informáticos de alta performance.

O grupo bracarense que comprou uma empresa de estradas da Mealhada emprega cerca de 3.800 pessoas e fatura mais de 700 milhões de euros. Além de Portugal, tem presença em Angola, Espanha, França, Países Baixos e Reino Unido.

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