Hoje nas notícias: ex-autarcas, metro e governador
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
Um estudo da Universidade do Minho indica que dois terços dos ex-presidentes das câmaras municipais ficam a ocupar cargos no Estado. Novo calendário para o prolongamento da linha Vermelha do Metro de Lisboa até Alcântara atira a conclusão do projeto para três anos após o previsto. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.
Dois terços dos ex-autarcas ficam com cargos no Estado
Dois terços dos ex-presidentes das câmaras municipais ficam a ocupar posições no Estado após deixarem o poder autárquico, segundo revela um estudo da Universidade do Minho, que rastreou 113 autarcas que deixaram os cargos no ano passado. Desse total, 25 transitaram para a Administração Pública, o que inclui direções regionais, entidades reguladoras, institutos públicos, universidades e fundações. A estes juntam-se 23 que se mantiveram no poder local no município vizinho, como vereadores da oposição ou presidentes de Assembleia Municipal, 20 que foram para o Parlamento, dois deputados regionais e cinco que estão no Governo. Isto significa que o total de ex-presidentes de câmara que assumem agora outros cargos do Estado são 75 e representam 66%. Apenas 15 regressaram à sua profissão de origem, nove aposentaram-se, seis estão em empresas privadas e cinco no Parlamento Europeu. Há ainda dois ex-autarcas em associações privadas e um numa associação pública.
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Linha Vermelha do Metro à espera do BEI para chegar a Alcântara em 2030
Quase dois anos e meio depois de o prolongamento da linha Vermelha do Metro de Lisboa até Alcântara ter sido adjudicado ao consórcio da Mota-Engil e Spie Batignollles, por 321,9 milhões de euros, o Governo aponta agora para que a obra seja consignada até ao fim do primeiro semestre deste ano, de forma a ser executada até ao final de 2029 e a que os quatro novos quilómetros entrem em serviço no início de 2030. O novo calendário do projeto, agora divulgado pelo Ministério das Infraestruturas e da Habitação, atira, assim, a conclusão do projeto para três anos após o previsto. O gabinete da tutela justifica os atrasos com a perda do financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o que implicou “a necessidade de identificação e estruturação de novas fontes de financiamento”, sendo que “a estrutura de financiamento do projeto se encontra atualmente em fase de avaliação junto do Banco Europeu de Investimento (BEI)”.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Governador do Banco de Portugal só tem 1.166 euros em contas à ordem
Na declaração de rendimentos e património que entregou à Entidade para a Transparência em janeiro deste ano, Álvaro Santos Pereira declarou ter apenas 1.166 euros divididos por três contas bancárias à ordem: 765 euros numa, 231 euros noutra, e 170 euros noutra. Isto quando, como governador do Banco de Portugal — cargo que assumiu em outubro de 2025 –, tem um salário mensal de 19.915 euros. Na mesma declaração, Álvaro Santos Pereira não declarou poupanças aplicadas em carteiras de títulos, nem em aplicações financeiras, nem em depósitos a prazo. Porém, declarou ter ações da Nestlé, da The Navigator Company, SA, da Galp Energia SGPS, SA e da Jerónimo Martins SGPS, embora sem referir o número de ações detidas nem o montante investido.
Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).
Companhias aéreas sobem preços e cobram mais por assentos e bagagem
O jet fuel representa cerca de 35% a 40% dos custos operacionais totais das companhias aéreas, chegando a ultrapassar os 50% nas companhias de baixo custo. Por isso, com os preços do barril do combustível usado na aviação a dispararem 89% desde o início do conflito entre os EUA, Israel e o Irão, tocando os 181,2 dólares na passada sexta-feira, as companhias aéreas estão a implementar diferentes medidas para reduzir o impacto dos custos adicionais e acautelar os próximos meses: desde o aumento das tarifas ou das taxas relativas à bagagem, por exemplo, a subir ou a aplicar sobretaxas relacionadas com os combustíveis, a cancelar milhares de voos, e a rever em baixa as previsões para 2026.
Leia a notícia completa no Público (acesso pago).
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