Três polícias detidos no caso da esquadra do Rato em prisão domiciliária

  • Lusa
  • 11 Maio 2026

Segundo o advogado Carlos Melo Alves, três agentes foram ainda suspensos de funções. Ministério Público tinha pedido prisão preventiva para quatro polícias e vigilância eletrónica para outros quatro.

Três dos 14 polícias detidos no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vão ficar em prisão domiciliária e os restantes em liberdade, disse o advogado Carlos Melo Alves.

As medidas de coação foram anunciadas esta segunda-feira, no Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, tendo o advogado de vários detidos, Carlos Melo Alves, explicado à saída do tribunal que três dos agentes foram também suspensos de funções.

No sábado, o Ministério Público pediu prisão preventiva para quatro polícias, vigilância com pulseira eletrónica para outros quatro e liberdade com suspensão de funções para os restantes.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Três polícias detidos no caso da esquadra do Rato em prisão domiciliária

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião