Três polícias detidos no caso da esquadra do Rato em prisão domiciliária
Segundo o advogado Carlos Melo Alves, três agentes foram ainda suspensos de funções. Ministério Público tinha pedido prisão preventiva para quatro polícias e vigilância eletrónica para outros quatro.
Três dos 14 polícias detidos no âmbito dos casos de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vão ficar em prisão domiciliária e os restantes em liberdade, disse o advogado Carlos Melo Alves.
As medidas de coação foram anunciadas esta segunda-feira, no Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa, tendo o advogado de vários detidos, Carlos Melo Alves, explicado à saída do tribunal que três dos agentes foram também suspensos de funções.
No sábado, o Ministério Público pediu prisão preventiva para quatro polícias, vigilância com pulseira eletrónica para outros quatro e liberdade com suspensão de funções para os restantes.
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