Há 396 projetos na shortlist do 28º Festival CCP. Saiba quais são

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Este ano, o CCP registou um total de 875 trabalhos a concurso nas sete categorias do Festival e o júri selecionou 396 trabalhos para a shortlist. O +M é media partner.

O Clube da Criatividade de Portugal (CCP) revelou os trabalhos que foram selecionados pelo júri para integrar a shortlist do 28º Festival CCP. Num ano em que se registaram um total de 875 trabalhos a concurso nas sete categorias do Festival, foram selecionados 396 trabalhos. Pode vê-los aqui.

As votações decorreram presencialmente nos dias 13 e 14 de maio, no IADE, que acolheu pela primeira vez esta fase do Festival no seu novo espaço, localizado no Oriente Green Campus, em Lisboa.

A shortlist do 28º Festival CCP, por categoria, é a seguinte:

  • Publicidade: 101 finalistas — 42% de 242 inscrições
  • Design: 101 finalistas — 49% de 207 inscrições
  • Digital: 29 finalistas — 57% de 51 inscrições
  • Experiências de Marca: 41 finalistas — 43% de 96 inscrições
  • Social e Conteúdos: 57 finalistas — 48% de 119 inscrições
  • Craft: 63 finalistas — 42% de 151 inscrições
  • Integração: 4 finalistas — 44% de 9 inscrições

Os vencedores serão revelados no dia 22 de maio, na Gala de Entrega de Prémios CCP, que se realiza no espaço da antiga Fábrica de Pão, no Beato Innovation District, em Lisboa.

Novo troféu CCP é assinado pelo Studio Eduardo Aires

O CCP revelou ainda o novo troféu, desenhado pelo Studio Eduardo Aires, também responsável pela identidade gráfica desta edição do festival. O “Testemunho” foi criado com o propósito de dar ao CCP e à comunidade “uma peça escultórica com identidade própria, capaz de representar o que significa ser escolhido entre os melhores da criatividade em Portugal, e a responsabilidade de inspirar quem vem a seguir”, explica-se em comunicado.

O novo troféu inscreve em si as iniciais do Clube: o C de Clube, o C de Criatividade e o P de Portugal. Existirá em vários tamanhos e nos acabamentos de ouro, prata e bronze.

As interseções introduzidas na estrutura, para além da sua função formal, acentuam essa ideia de percurso, marcando ritmos e transições. A execução em metal, em massa sólida, acrescenta uma dimensão tátil e gravítica que sublinha a relevância do gesto de consagração. O peso do objeto não é apenas físico. Constitui um índice material do valor atribuído à prática profissional que distingue, fixando no corpo do troféu a densidade simbólica do reconhecimento”, assinala o Studio Eduardo Aires sobre a conceção da peça, vagamente alusiva ao universo escultórico de Brancusi.

“Sob o ponto de vista simbólico, o objeto inscreve-se na ideia de testemunho enquanto dispositivo de continuidade, não assinala apenas a conclusão de uma etapa, o atingimento de um fim. Institui-se antes como elemento de transmissão, análogo ao objeto que, no contexto da competição, permite completar um percurso. Assim, o troféu não se limita ao reconhecimento de um esforço concluído. Projeta uma expectativa, inscrevendo no objeto a confiança no que se segue. Está voltado para o futuro e o que pode vir a inspirar”, acrescenta ainda.

Recorde-se que a Semana Criativa de Lisboa arrancou esta sexta-feira, 15 de maio, com a conferência “Presidentes ao Palco”, assim como a Exposição Shortlist e a exposição de fotografia “In Silence”. Lembre o programa completo aqui.

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