Governo revê em baixa meta para dar médico de família a mais utentes com ajuda dos privados
Proposta de lei entregue pelo Governo no Parlamento indica que as convenções e as USF-C vão dar médico de família a mais 60 mil utentes até 2029.
Os centros de saúde geridos pelos setores privado ou social, as chamadas USF-C, foram anunciados há quase dois anos, mas tardam em sair do papel, sendo que as convenções com especialistas privados em medicina geral e familiar ainda nem sequer avançaram. Entretanto, o Governo já reviu em baixa as metas que tinha traçado.
Segundo revela esta terça-feira o jornal Público (acesso condicionado), o objetivo do Executivo passou a ser dar médico de família a mais 60 mil pessoas até 2029, com a ajuda dos privados, bastante abaixo da previsão de cobertura de 360 mil utentes em 2025 com as USF-C, conforme constava no plano de emergência.
A nova meta consta da proposta de lei das Grandes Opções para 2025-2029, entregue pelo Executivo na Assembleia da República no final de abril, e que já baixou à comissão parlamentar competente. No documento, lê-se que o Governo pretende “contribuir para o aumento do acesso a médico de família, garantindo, através da celebração de convenções em MGF [medicina geral e familiar] e da abertura de USF-C, médico de família a mais 60 mil utentes até 2029”.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Governo revê em baixa meta para dar médico de família a mais utentes com ajuda dos privados
{{ noCommentsLabel }}