Exército com OK de 3,7 milhões para compra de sistemas lança-míssil SPIKE
Exército com OK do Governo para gastar até 3,7 milhões de euros em ferramentas especiais e kits sobressalentes para o sistema lança-míssil SPIKE e até 3,2 milhões para sustentação de viaturas táticas.
O Exército Português obteve luz verde do Ministério da Defesa para a compra de até cerca de 3,7 milhões de euros de bancadas de teste e diagnóstico, ferramentas especiais e kits de sobressalentes para o sistema lança-míssil SPIKE, com financiamento através das verbas adequadas inscritas no orçamento do Exército. O Ministério da Defesa autorizou ainda a despesa até 3,2 milhões de euros para a manutenção de viaturas táticas.
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“O Exército possui sistemas de armamento anticarro prevendo a incorporação de Sistemas Lança-Míssil (SLM) SPIKE, respetivos mísseis, sistemas de simulação e meios associados, destinados a equipar unidades operacionais e plataformas VBR PANDUR II 8×8, sendo essencial manter estes sistemas nas melhores condições de funcionamento e operacionalidade”, pode ler-se num despacho do Ministério da Defesa datado de 7 de maio e publicado esta quarta-feira em Diário da República.
Para cumprimento da sua missão, “o Exército precisa adquirir ferramentas especiais e kits de sobressalentes para o Sistema Lança-Míssil SPIKE“, é ainda referido.
Nesse sentido, o Governo autoriza a realização de despesa “até ao montante global máximo de 3 740 000,00 euros (três milhões, setecentos e quarenta mil euros), ao qual acresce o imposto sobre o valor acrescentado à taxa legal em vigor”.
3,2 milhões para manutenção de viaturas táticas
O Ministério da Defesa também autorizou esta quarta-feira este ramo das Forças Armadas a despesa de cerca de 3,2 milhões de euros para garantir a sustentação das viaturas táticas High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle, com financiamento nas verbas adequadas inscritas no orçamento do Exército.
O Governo esclarece que “o Exército possui uma frota de viaturas táticas High Mobility Multipurpose Wheeled Vehicle (HMMWV) que apresentam um elevado desgaste e fadiga técnica de muitos dos seus componentes, com severo impacto na redução da sua disponibilidade operacional“, é referido em despachado do Ministério da Defesa datado de 7 de maio e publicado esta quarta-feira em Diário da República.
De forma a cumprir a sua missão, o Governo autoriza “o Exército a realizar a despesa até ao montante máximo de 3 249 000,00 euros (três milhões, duzentos e quarenta e nove mil euros), ao qual acresce o imposto sobre o valor acrescentado à taxa legal em vigor”.
O Exército nacional precisa de “proceder à contratualização da sua sustentação, num programa de extensão de vida útil, que inclui a sua reparação, upgrade e modernização de componentes, bem como, formação de pessoal adstrito à sua manutenção, assegurando a continuidade da resposta aos requisitos operacionais” definidos no âmbito da NATO e “dos compromissos internacionais assumidos e a assumir”, explicou o Ministério da Defesa.
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