Europa escapa ao vermelho, exceto o PSI. Energéticas pesam no índice português

As cotadas da área da energia pesaram no índice português. Na Europa, a generalidade dos índices terminaram a sessão bolsista em terreno positivo.

O principal índice nacional, o PSI, terminou a sessão de quinta-feira no vermelho, em contraste com a larga maioria das bolsas europeias de referência.

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O PSI fechou a sessão bolsista com uma quebra de 0,88% para os 8.919,68 pontos. Das 16 cotadas que compõem este índice, duas mãos cheias ficaram-se pelo terreno negativo. A maior quebra foi da EDP Renováveis, cuja cotação caiu 2,89% para os 14,12 euros. Esta foi acompanhada na queda pela empresa-mãe, a EDP, que desceu 2,02% para os 4,36 euros.

A cotada do PSI que exibe a quarta maior queda do dia é também uma energética, a Galp, que reduz 1,16% para 19,13 euros o valor por ação. A REN não escapa à tendência do setor, com uma quebra de 0,72% para os 3,43 euros. Um outro peso pesado contribuiu para o deslize do índice foi a Jerónimo Martins, que desvalorizou 0,565 para 17,71 euros.

As cotadas que se mantiveram no verde, conseguiram-no por pouco. BCP, CTT, Altri, Sonae, Teixeira Duarte e Mota Engil ficaram em terreno positivo, mas muito perto da linha de água.

Pela Europa fora, a tendência é de ganhos, mas não muito expressivos. Estes cifraram-se na ordem dos 0,5% ou ligeiramente acima na Alemanha e Espanha, chegando aos 1,15% em França — olhando aos principais índices destes países, o DAX, Ibex 35 e CAC 40. O índice que congrega as 600 maiores cotadas europeias subiu 0,52% para os 624,45 pontos.

De acordo com a Reuters, o movimento tímido das ações europeias verifica-se numa altura em que os investidores estão atentos aos desenvolvimentos no Médio Oriente, em particular ao cessar-fogo entre Israel e Líbano, que é visto como um contributo positivo para as negociações e para a assinatura de um eventual acordo de paz, que se espera vir pôr fim ao conflito que já dura meses. O sentimento é de cautela, enquanto se aguardam sinais mais claros, relativamente a um acordo que o presidente Donald Trump afirmou que poderia estar selado no fim de semana. Para já

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