Preço do cabaz alimentar interrompe três semanas de quedas. Custa 259,31 euros

O preço do cabaz alimentar voltou a aumentar, após três semanas consecutivas de descidas, fixando-se nos 259,31 euros. Desde o início do ano, verificou-se uma subida de 17,48 euros.

O cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste custa esta semana 259,31 euros, mais 1,97 euros do que há sete dias. Depois de três semanas consecutivas de descidas, o preço voltou a aumentar.

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Desde o início do ano, comprar o mesmo conjunto de 63 produtos ficou 17,48 euros mais caro, o equivalente a uma subida de 7,23%. Em comparação com o mesmo período do ano passado, os consumidores pagam agora mais 19,96 euros pelo mesmo cabaz, um aumento de 8,34%.

Entre os produtos que registaram os maiores aumentos percentuais na última semana, entre 27 de maio e 3 de junho, destacam-se o atum em posta de óleo vegetal, que encareceu 0,37 euros (+28%), a farinha para bolos, que subiu 0,27 euros (+17%), e a massa esparguete, cujo preço aumentou 0,17 euros (+16%).

Face ao mesmo período do ano passado, as maiores subidas de preço verificam-se no carapau, que custa atualmente 6,12 euros por quilo (+54%), no tomate chucha, vendido a 2,80 euros por quilo (+31%), e nos brócolos, cujo preço atingiu os 3,29 euros por quilo (+30%).

A análise mostra ainda que, no início de 2022 — quando a organização de defesa do consumidor começou a acompanhar a evolução destes preços — era possível comprar exatamente os mesmos 63 produtos por menos 75,68 euros, uma diferença de 41,21%.

A Deco Proteste destaca que, desde o início desta análise, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais registaram-se na carne de novilho para cozer, cujo preço mais do que duplicou para 13,08 euros por quilo (+125%), nos ovos, que passaram a custar 2,10 euros (+84%), e no bacalhau graúdo, atualmente vendido a 18,68 euros por quilo (+76%).

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