Luís Redondo Lopes (1948-2026)
Foi presidente da seguradora Tranquilidade até 2007 e deixou marca nos seguros em Portugal.
Morreu, no passado dia 7 de junho, Luís Redondo Lopes figura destacada do setor segurador. Durante a sua longa carreira, fez parte da Comissão Instaladora do Instituto Nacional de Seguros, presidiu à Companhia de Seguros Tranquilidade e foi Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores.
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Nascido em 1948, Luís Redondo Lopes era formado em Direito e iniciou a sua atividade na Companhia de Seguros A Mundial em 1973, quando ainda integrada no Grupo Champalimaud, ocupando o cargo de responsável dos sinistros graves do ramo automóvel.
Acompanhou o processo de nacionalizações do setor que se seguiu à Revolução de 1974 e integrou a Comissão Instaladora do recém-criado Instituto Nacional de Seguros, hoje ASF, que substituiu o Grémio dos Seguradores.
Em 1979 integrou o Conselho de Gestão da Companhia de Seguros Bonança, um dos 6 grupos criados para a preparação da fusão das empresas nacionalizadas em 1975.
Três anos depois voltou à Companhia A Mundial e, em 1984, passou a presidir à ainda pública Companhia de Seguros Tranquilidade, onde ficou até se aposentar em 2007 com a seguradora já privatizada e integrada no Grupo Espírito Santo.
Rui Leão Martinho, que lhe sucedeu no cargo na Tranquilidade e é hoje presidente da Mútua Portuguesa de Saúde, referiu-se a Luís Redondo Lopes como “um profissional e gestor que dedicou a sua vida a atividade seguradora. Culto, conhecedor e educado, deixa a sua marca no setor e muitos amigos e admiradores nos que conviveram ou trabalharam com ele”.
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