Bruno Proença assume direção do gabinete de estudos das Finanças
Antigo chefe de gabinete de Joaquim Miranda Sarmento, e mais recentemente responsável pelo núcleo de economia e finanças da representação portuguesa em Bruxelas, vai liderar o GPEARI.
Bruno Rafael Fernandes Proença foi designado diretor-geral do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais (GPEARI), o organismo responsável pelo apoio à formulação, acompanhamento e avaliação das políticas económicas, financeiras e orçamentais do Ministério das Finanças.
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A nomeação foi publicada esta quinta-feira em Diário da República e produz efeitos a partir de 15 de junho. Bruno Proença substitui o anterior diretor-geral, que cessou funções para assumir o cargo de vogal do conselho de administração da CMVM.
A escolha recai sobre um quadro com experiência governativa e europeia. Bruno Proença foi chefe de gabinete do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e desempenhava mais recentemente funções de coordenador do núcleo de economia e finanças e conselheiro técnico principal na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia (REPER), em Bruxelas, uma posição central no acompanhamento dos principais dossiês económicos, financeiros e orçamentais europeus.
Licenciado em Economia pelo ISEG e detentor de um Executive MBA da AESE/IESE Business School, o novo diretor-geral do GPEARI passou também pela consultora JLM & Associados.
No despacho de nomeação, o ministro das Finanças sublinha que o GPEARI tem vindo a assumir novas responsabilidades no âmbito da reorganização das estruturas do Ministério e da reforma da Administração Pública. O organismo é responsável pelo apoio técnico à definição das políticas económicas e financeiras, pela avaliação de políticas públicas e pela articulação com instituições nacionais, europeias e internacionais.
A nomeação coloca à frente do principal gabinete de estudos e estratégia do Ministério das Finanças um responsável que combina experiência política, técnica e europeia, numa altura em que a coordenação entre a política orçamental nacional e o novo quadro de governação económica da União Europeia voltou a ganhar relevância.
Além da direção do organismo, Bruno Proença recebe um conjunto de competências delegadas de gestão, incluindo poderes para autorizar despesas e procedimentos de contratação pública até ao montante de 500 mil euros, acrescido de IVA.
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