Líder das secretas pede revisão da Constituição para aceder a metadados
Líder das secretas destaca que os metadados são cruciais para entender redes e padrões de contacto, especialmente em casos de criminalidade organizada e espionagem.
O secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), Vítor Sereno, desafia o poder político a rever a Constituição para permitir às secretas acesso aos metadados de telemóveis em casos de terrorismo, cibercrime ou criminalidade organizada, avança o Expresso.
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O líder das secretas portuguesas lembra que os metadados podem ser “decisivos para compreender redes, padrões de contacto e ligações relevantes em casos de terrorismo, espionagem, sabotagem, proliferação ou ingerência externa”.
Vítor Sereno enfatiza que numa altura em que “quase tudo é preparado em ambiente digital”, não permitir aos serviços de informações usufruir deste tipo de tecnologia é “deixar o Estado em desvantagem” perante quem “não respeita leis, fronteiras ou garantias democráticas”. Neste momento, as ‘secretas’ portuguesas — ao contrário das congéneres estrangeiras — enfrentam “ameaças do século XXI com instrumentos do século XX”, lamenta. E enfatiza: “É um erro e pode revelar-se um erro caro.”
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