Hoje nas notícias: Sines, Mundial e BCP
Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.
O Banco de Portugal reviu em alta as suas previsões para o investimento e as importações neste ano devido ao centro de dados a ser construído em Sines. A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) convidou os líderes partidários e parlamentares a assistir à estreia de Portugal no Campeonato do Mundo, mas neste caso o presidente da Assembleia da República não tem margem legal para se pronunciar. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.
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Sines traz mais investimento, mas também mais importações
Depois do impacto que teve na política em 2023, o novo centro de dados a ser construído em Sines está agora a ter um efeito muito significativo em diversos indicadores económicos nacionais, o que levou o Banco de Portugal a rever fortemente em alta as suas estimativas de crescimento do investimento e das importações para este ano. No Boletim Económico de junho apresentado na segunda-feira, a entidade liderada por Álvaro Santos Pereira passou a antecipar um crescimento de 4,5% no investimento em 2026, quando em março apontava para uma variação de 3,8%. Mas, ao mesmo tempo que o investimento acelera, também as importações crescem porque, como diz o banco no documento, o conteúdo importado deste investimento, como chips, é de praticamente 100%.
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FPF convida deputados para ir ao Mundial. Exceção na lei retira poderes a Aguiar-Branco
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) convidou os líderes partidários e parlamentares a assistir à estreia de Portugal no Campeonato do Mundo, que se realiza nos EUA, México e Canadá. Como o convite da FPF foi dirigido aos líderes dos grupos parlamentares e não a deputados a título individual, o presidente da Assembleia da República emitiu um despacho a explicar que não tem margem legal para se pronunciar. Os líderes das bancadas e líderes partidários com assento parlamentar podem, assim, escapar ao limite de 150 euros estabelecido como teto máximo para ofertas dos restantes deputados. Já a FPF garante “prevenção de atos de corrupção”. O PSD, o Chega e a IL pretendem aceitar o convite, enquanto o PS está a “avaliar” e o PAN recusou.
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Polónia pode abrir apetite espanhol pelo BCP
A AlphaValue antecipa que, quando estiver resolvida a questão legal dos créditos em francos suíços que tem travado os lucros do Bank Millennium, pode fazer sentido ao BCP avançar para a compra do capital do banco polaco que ainda não detém (ou seja, 49,9%). Esta operação exigiria, com base nas avaliações atuais, um investimento máximo de 2,7 mil milhões de euros, incluindo uma parte de goodwill — isto é, de prémio face ao valor contabilístico dos ativos –, segundo os cálculos da empresa de investimento. Esta jogada poderia ter, por outro lado, efeitos no apetite de um investidor pelo próprio banco liderado por Miguel Maya.
Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).
Zonas com alto risco de incêndios continuam sem videovigilância
O sistema de videovigilância e de deteção automática de incêndios rurais cobre apenas cerca de 45% do território continental, num total de quatro milhões de hectares de floresta, sobretudo nas regiões Norte e Centro. A descoberto estão ainda várias zonas de risco elevado, como o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Alto Minho, o Alto Tâmega, o interior do Alentejo e a serra algarvia. Pelo país, contam-se 146 torres de acompanhamento remoto, que têm até quatro câmaras cada, rádios e estações meteorológicas. A área florestal com vigilância eletrónica está a ser operada praticamente na totalidade pelo sistema Ciclope, desenvolvido pelo INOV-INESC (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores Inovação).
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Centros de saúde equipados para rastreios a cancro e diabetes até dezembro
Um despachado publicado na segunda-feira define que, até ao final deste ano, as Unidades Locais de Saúde (ULS) que ainda não dispõem de equipamento para realizar os rastreios do cancro do Colo do Útero, do Cólon e Reto, bem como o da retinopatia diabética, têm de estar preparadas para os começar a realizar. A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e a Direção Executiva do SNS terão de “definir um modelo de coordenação, articulação e de acompanhamento” e um outro de “clarificação de responsabilidades de cada entidade no âmbito da respetiva execução, em alinhamento com os objetivos estratégicos do SNS e com as metas definidas no PRR”.
Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).
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