Zonas com alto risco de incêndios continuam sem videovigilância
A descoberto estão ainda várias zonas de risco elevado, como o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Alto Minho, o Alto Tâmega, o interior do Alentejo e a serra algarvia.
O sistema de videovigilância e de deteção automática de incêndios rurais cobre apenas cerca de 45% do território continental, num total de quatro milhões de hectares de floresta, sobretudo nas regiões Norte e Centro, escreve o Jornal de Notícias (acesso pago).
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A descoberto estão ainda várias zonas de risco elevado, como o Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Alto Minho, o Alto Tâmega, o interior do Alentejo e a serra algarvia. Pelo país, contam-se 146 torres de acompanhamento remoto, que têm até quatro câmaras cada, rádios e estações meteorológicas.
A área florestal com vigilância eletrónica está a ser operada praticamente na totalidade pelo sistema Ciclope, desenvolvido pelo INOV-INESC (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores Inovação).
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