Preço do cabaz alimentar volta a baixar e custa agora 253,63 euros

  • Joana Abrantes Gomes
  • 2 Julho 2026

Conjunto de 63 produtos monitorizados pela DECO Proteste custa menos 3,17 euros do que há uma semana. Porém, em comparação com o início deste ano, está 11,81 euros mais caro.

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  • O preço dos alimentos básicos registou uma descida significativa, com o cabaz monitorizado pela DECO Proteste a custar agora 253,63 euros, menos 3,17 euros face à semana anterior.
  • Desde janeiro, o mesmo conjunto de 63 produtos aumentou 11,81 euros, refletindo uma subida de 4,88%, enquanto em comparação com o ano passado, o aumento é de 5,95%.
  • Os consumidores enfrentam um encarecimento acentuado desde 2022, com os preços de alguns produtos a dispararem, como a carne de novilho, que subiu 126%.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.

O preço dos alimentos básicos manteve a tendência de queda observada na última semana, mas desta vez com uma descida mais significativa. O cabaz de produtos monitorizados pela DECO Proteste custa agora 253,63 euros, menos 3,17 euros do que há sete dias.

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Desde janeiro, comprar o mesmo conjunto de 63 produtos ficou 11,81 euros mais caro, o equivalente a uma subida de 4,88%. Comparativamente há um ano, os consumidores pagam agora mais 14,25 euros pelo mesmo cabaz, representando um aumento homólogo de 5,95%.

Entre os produtos que registaram os maiores aumentos percentuais na última semana, de 24 de junho a 1 de julho, destacam-se o atum posta em óleo vegetal, cujo preço subiu 18%, para 1,63 euros; a cebola, que aumentou 9%, para 1,64 euros; e o alho seco, que encareceu 8%, para 3,41 euros.

Fonte: DECO Proteste

Em relação ao mesmo período do ano passado, as maiores subidas percentuais verificam-se no carapau (+40%, custando atualmente 5,57 euros por quilo); no robalo (+27%, para 10,01 euros por quilo); e a couve-coração (+24%, num custo de 1,76 euros por quilo).

A análise da associação de defesa do consumidor mostra ainda que, no início de 2022 — altura em que começou a acompanhar a evolução destes preços –, era possível comprar exatamente os mesmos 63 produtos por menos 65,93 euros, uma diferença de 35,13%.

Desde o arranque desta monitorização, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais registaram-se na carne de novilho para cozer, cujo preço disparou 126%, para 13,14 euros por quilo; nos ovos, que encareceram 84%, para 2,10 euros; e na couve-coração, que acumula uma subida de 77%, custando atualmente 1,76 euros por quilo.

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