Almada vai proibir gastos de água não essenciais para repor reservas
Inês de Medeiros avançou que iria "proibir" qualquer rega pública e a privada, para no espaço de "duas semanas, três" para recuperar alguma "folga".
A Câmara de Almada vai proibir alguns gastos de água não essenciais para restabelecer reservas, anunciou esta terça-feira a presidente, esperando que no prazo de “duas a três semanas” seja possível ultrapassar sucessivas falhas de abastecimento no município.
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“Vamos ter que ser ainda mais rigorosos e proibir mesmo qualquer rega, não é apenas a pública, a privada, para ver se no espaço de duas semanas, três, conseguimos recuperar alguma folga”, afirmou Inês de Medeiros, em declarações à Lusa. A autarca socialista falava após mais uma reunião com os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS), Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) para debaterem a situação no concelho.
A presidente da câmara disse ainda que já está “em marcha todo um sistema de distribuição de água por cisterna para as zonas mais críticas, para poder fornecer água às populações, naturalmente garantindo sempre o fornecimento de água aos equipamentos mais frágeis”.
Isto acompanhado do lançamento de “uma grande campanha de fiscalização” a tudo o que seja “desvio indevido de água”, que “também aumentou muito”, acrescentou.
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