Hoje nas notícias: idade da reforma, contas dos partidos e caos nos exames nacionais

  • ECO
  • 7 Julho 2026

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O INE vai rever os dados que servem de base ao cálculo da esperança média de vida aos 65 anos e, consequentemente, a idade da reforma e o fator de sustentabilidade. O PSD apresentou em 2025 um lucro de quase 2,4 milhões de euros, o melhor resultado entre os partidos. Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

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Revisão da população pode ter efeitos na idade da reforma

A revisão em alta da população, para 11,4 milhões de pessoas, vai ter impacto numa série de indicadores macroeconómicos, mas também vai obrigar o Instituto Nacional de Estatística (INE) a rever as tábuas de mortalidade. A partir destes cálculos é determinada a esperança média de vida aos 65 anos (ou seja, o número médio de anos que uma pessoa que atinja a idade de 65 anos pode esperar ainda viver, caso o nível de mortalidade observado nesse momento se mantenha), que, por sua vez, dita a idade da reforma (fixada nos 66 anos e 11 meses em janeiro do próximo ano) e o fator de sustentabilidade (atualmente nos 17,63%), nos termos da legislação que o Governo tem dito que é para manter. O INE não adianta o calendário e para que período serão divulgados os valores revistos, nem antecipa resultados.

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PSD quase duplica lucro em 2025, PS e Bloco são os únicos a registar prejuízo

O PSD destacou-se em 2025 com as melhores contas entre os partidos políticos com representação parlamentar, tendo praticamente duplicado os lucros face ao ano anterior: de quase 1,3 milhões de euros em 2024, passou para 2,4 milhões de euros no ano passado. O Chega, que em 2024 obteve o maior lucro, desceu para a segunda posição, com um resultado líquido de 1,36 milhões de euros (um ligeiro decréscimo face a 2024). Segundo as contas anuais divulgadas pela Entidade das Contas e Financiamentos Políticos (ECFP), apenas o PS e o Bloco de Esquerda (BE) fecharam o ano com resultados negativos, ainda que os socialistas tenham conseguido reduzir o prejuízo em perto de 300 mil euros.

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Ministro da Educação não revela nome da empresa responsável por caos nos exames

O ministro da Educação não revela o nome da empresa ou da entidade externa responsável pela plataforma digital usada na correção e classificação dos exames nacionais. Fernando Alexandre foi questionado na segunda-feira e na passada sexta-feira sobre a empresa ou entidade externa em causa, mas não respondeu. Antes, no dia 1 de julho, quando foi ouvido na comissão parlamentar de Educação e Ciência, já tinha sido questionado sobre o nome da empresa pela deputada Filipa Pinto, do Livre, a quem também não deu resposta. A questão central é se o antigo IAVE e atual EduQA ou outra entidade sob tutela do Ministério da Educação celebrou um contrato com uma empresa ou entidade externa que seja ainda desconhecido, por não ter sido publicado no Portal Base, e se foi celebrado por ajuste direto ou concurso público.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Rui Tavares acusa Montenegro de ter relação “abusiva e doentia” com a oposição

Rui Tavares, prestes a deixar de ser porta-voz do Livre, acusa o primeiro-ministro de “negociar as coisas com o Chega” e “entrar nesta espécie de ritual de caricaturização e de humilhação da esquerda — e nomeadamente do PS — e, depois, no fim do ano, apresenta a fatura: ‘venham cá aprovar o Orçamento do Estado para governarmos mais um ano'”. Em entrevista ao podcast “Política com Assinatura”, da Antena 1, é perentório nas críticas ao líder do PSD: “Acho absolutamente… quase que doentia e abusiva o tipo de relação em que Luís Montenegro quer meter a política nacional”. “Alguma da política que se faz hoje em dia… é preciso tirá-la do esgoto em que está metida”, defende o deputado do Livre.

Leia a notícia completa na Antena 1 (acesso livre)

Multas de estacionamento disparam no Porto. São quase 300 por dia

Entre janeiro e abril, foram passadas, em média, 269 multas por dia por mau estacionamento na cidade do Porto. A média de coimas por este tipo de infração disparou em dois anos, mais do que duplicando a média registada em 2024. O aumento destas infrações reflete-se no valor da receita arrecadada, que passou de 375 mil euros em 2024 para 1,3 milhões de euros só nos primeiros cinco meses deste ano, de acordo com dados da Câmara do Porto. A autarquia especifica que deixar o automóvel em cima de passeios, em lugares destinados a pessoas com mobilidade reduzida, em zonas de cargas e descargas, em cima de passadeiras, em zonas com sinal de paragem e estacionamento proibido ou em segunda fila são as infrações mais comuns e que têm um impacto significativo no trânsito. São frequentes as situações em que o trânsito fica entupido devido a um veículo parado em zona proibida, impedindo, por exemplo, a passagem de um autocarro.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago)

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