Governo afasta acordos de regime com PS nas escolhas para as Secretas
Depois de José Luís Carneiro se ter queixado ao Expresso, o Governo não vislumbra qualquer anormalidade ao não haver consensualização prévia sobre as escolhas para os líderes das Secretas.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, queixa-se de ter sido excluído das decisões sobre as chefias das Secretas, mas o Governo rejeita qualquer anormalidade, afirmando que basta informar das decisões tomadas, sem necessidade de consenso prévio, avança o Público.
Escolha o ECO como fonte preferida no Google
“Há uma total normalidade e não há nenhuma intencionalidade específica” de marginalizar os socialistas, afirmou fonte do Executivo ao jornal. Esta posição tem raízes em 2023, quando Luís Montenegro, ainda líder da oposição, declarou o fim da prática histórica de entendimento entre PS e PSD na escolha dos líderes das Secretas.
O diferendo surge num momento em que os serviços de informações reclamam acesso a metadados, uma medida que exige revisão constitucional, sendo que o PS condiciona a viabilização do Orçamento de Estado para 2027 (OE2027) a que não haja acordo entre PSD e Chega para essa revisão.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
Comentários ({{ total }})
Governo afasta acordos de regime com PS nas escolhas para as Secretas
{{ noCommentsLabel }}