Consórcio que inclui Sacyr e DST mais perto de vencer segundo troço da alta velocidade
Relatório preliminar recomenda a exclusão do consórcio Lusolav, que inclui a Mota-Engil, por desconformidade com as peças do concurso.
O relatório preliminar do júri do concurso para a construção do segundo troço da alta velocidade, entre Oiã e Soure, recomenda a adjudicação do contrato ao consórcio da Sacyr, DST e Alberto Couto Alves, bem como a exclusão do consórcio Lusolav, liderado pela Mota-Engil. A notícia foi avançada esta quarta-feira pelo Jornal de Negócios.
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Segundo o jornal, a proposta do consórcio que inclui a Sacyr e a DST respeita os requisitos e obtém uma pontuação global de 8,381. Mas o júri considera que a proposta do consórcio Lusolav não está em conformidade com as determinações das peças do concurso. Os dois agrupamentos empresariais são os únicos concorrentes.
A proposta da Lusolav deverá estar excluída devido à componente técnica, uma vez que o consórcio terá apresentado uma proposta alternativa à solução de referência apresentada pela Infraestruturas de Portugal. A proposta da Lusolav, que integra outras seis construtoras nacionais além da Mota-Engil, é de 2.300 milhões de euros, superior aos 2.038 milhões da proposta da Sacyr e DST.
Segue-se a fase de audiência prévia, tendo os concorrentes um prazo de dez dias para se pronunciar.
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