Da injeção estatal à porta da privatização, a montanha-russa das contas da TAPpremium

Da injeção estatal de 3,2 mil milhões em 2021 aos lucros recorde de 2023, a TAP chega à privatização com prejuízo de 99,2 milhões no 1.º semestre de 2026, pressionada pelos custos do combustível.

Faltavam três dias para a consoada de Natal de 2021 quando Pedro Nuno Santos pôde finalmente anunciar o presente mais querido naquela época - a Comissão Europeia aprovou o plano de reestruturação da TAP que envolvia um auxílio do Estado autorizado de 3,2 mil milhões de euros. O então ministro das Infraestruturas e da Habitação explicou que a intervenção seria feita "a duas modalidades: ao nível da reestruturação e ao nível da compensação Covid-19".

Os méritos e os defeitos do plano de reestruturação foram armas de arremesso político nos anos da sua execução, mas agora parece haver um consenso, pelo menos no que concerne o chamado…

Este artigo é exclusivo para assinantes

Assine o ECO Premium e continue a ler esta e todas as notícias exclusivas, sem limites.

Assinar ECO Premium e continuar a ler Ver todos os planos