Uso fraudulento da imagem do ECO persiste, veja os sinais

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Perante os novos casos de "utilização fraudulenta" da imagem e marca do ECO, a Swipe News/ECO já juntou as respetivas evidências à queixa crime anteriormente apresentada junto do DIAP.

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O ECO avançou em fevereiro com uma queixa crime contra incertos pela divulgação de notícias falsas nas redes sociais, que simulavam os artigos do jornal. “Até ao momento, as autoridades não adiantaram qualquer desenvolvimento relativamente a este processo“, explica agora Paulo Padrão, diretor-geral da Swipe News, dona do ECO.

Contudo, continuam a aparecer novos casos de “utilização fraudulenta” da imagem e marca do ECO. Perante a situação, “a Swipe News/ECO já fez juntar as respetivas evidências à queixa crime anteriormente apresentada junto do DIAP”, adianta Paulo Padrão.

Antes de avançar pela via judicial em fevereiro, o ECO tinha alertado a Meta, dona do Facebook, rede na qual as fake news que utilizam a imagem da marca aparecem com maior frequência, sem obter resultados. O ECO tem continuado a reportar os conteúdos indevidos junto da plataforma.

Alguns dos mais recentes casos de conteúdos falsos simulam notícias sobre Cristiano Ronaldo e António Costa, mas também sobre o governador do Banco de Portugal. E há sinais que devem funcionar como avisos para não aceder a esses links, desde logo o chamado URL, a barra de endereço da suposta noticia. Depois, as fotografias são geradas por Inteligência Artificial e uma visualização mais atenta permite perceber a fraude.

O esquema é sempre o mesmo, o recurso a personalidades conhecidas, um dos últimos casos é o do governador do Banco de Portugal, e títulos bombásticos (estilo de escrita que também não reflete os principios editoriais do ECO) e o convite a acederem a plataformas de criptomoedas que prometem ganhos rápidos, fáceis e volumosos.

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