Preço do cabaz alimentar sobe ligeiramente e custa agora 254,22 euros

Conjunto de 63 produtos monitorizados pela DECO Proteste custa mais 0,11 euros do que há uma semana. Em comparação com o início deste ano, está 12,39 euros mais caro.

O preço dos alimentos básicos registou uma ligeira subida (+0,04%) na última semana, de 11 cêntimos, com o cabaz de produtos monitorizados pela DECO Proteste a custar agora 254,22 euros.

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Desde janeiro, comprar o mesmo conjunto de 63 produtos ficou 12,39 euros mais caro, o equivalente a uma subida de 5,12%. Comparativamente há um ano, os consumidores pagam agora mais 12,25 euros pelo mesmo cabaz, representando um aumento homólogo de 5,06%.

Entre os produtos que registaram os maiores aumentos percentuais na última semana, de 23 a 30 de setembro, destacam-se o carapau, cujo preço subiu 16%, para 5,88 euros/kg; os cereais de fibra, que aumentaram 10%, para 4,58 euros; e o grão cozido, que encareceu 9%, para 2,13 euros.

Em relação ao mesmo período do ano passado, as maiores subidas percentuais verificam-se no carapau (+43%, custando atualmente 5,88 euros por quilo); no bacalhau graúdo (+27%, para 20,54 euros por quilo); e o arroz carolino (+24%, num custo de 1,79 euros por quilo).

A análise da associação de defesa do consumidor mostra ainda que, no início de 2022 — altura em que começou a acompanhar a evolução destes preços –, era possível comprar exatamente os mesmos 63 produtos por menos 66,52 euros, uma diferença de 35,44%.

Desde o arranque desta monitorização, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais registaram-se na carne de novilho para cozer, cujo preço disparou 119%, para 12,75 euros por quilo; no bacalhau graúdo, que encareceu 94%, para 20,54 euros por quilo; e na couve-coração, que acumula uma subida de 91%, custando atualmente 1,90 euros.

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