Entrar
Assinatura premium
  • Últimas
  • Advocatus
  • ECOseguros
  • Trabalho
  • eRadar
  • EContas
  • Local Online
  • Capital Verde
  • Fundos Europeus
  • +M
  • ECO Avenida
  • IRS 2025
  • Radar de Preços
  • Ataque ao Irão
  • Mudanças na lei laboral
  • PTRR

Menu

Assinatura premium
Siga-nos:
    login | registar
  • ECO News
  • Últimas
  • Mercados
    • Notícias
    • PSI 20
    • Bolsas internacionais
    • Obrigações
    • Câmbios
    • Taxas de Juro
  • Obsessões
  • Prova dos 9
  • Descodificadores
  • Opinião
  • Advocatus
  • Trabalho
  • eRadar
  • EContas
  • ECOseguros
  • Capital Verde
  • +M
  • Fundos Europeus
  • Local Online
  • ECO Avenida
  • Vídeo
  • Entrevistas
  • Reportagens
  • Especiais
  • Descodificadores
  • BRANDS’ ECO
  • BRANDS’ ADVOCATUS
  • Loja
  • Secções
    • Empreendorismo
    • Automóveis
    • Imobiliário
    • Fundos comunitários
    • Finanças Pessoais
    • Tecnologia
    • Lifestyle
    • Empresas
  • Autores
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica

Mais

Siga-nos:
Loja
  • Econews
  • Loja
  • Últimas
  • Mercados
  • Economia
  • Política
  • Empresas
  • Fundos Europeus
  • União Europeia
  • Obsessões
  • Prova dos 9
  • Opinião
  • Vídeo
  • Entrevistas
  • Reportagens
  • Especiais
  • Descodificadores
  • Eventos
  • Podcasts
  • BRANDS’
    • BRANDS’ ECO
    • BRANDS’ ADVOCATUS
    • BRANDS’ TRABALHO
    • BRANDS’ ECOSEGUROS
    • BRANDS’ CAPITAL VERDE
    • BRANDS’ FUNDOS EUROPEUS
    • BRANDS’ LOCAL ONLINE
    • BRANDS’ +M
    • BRANDS’ ECONTAS
  • Autores
  • Newsletters
  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
1
Entrar
2
Pagar
Ler

Inicie sessão

Inicie sessão para subscrever

Para efectuar a subscrição é necessário iniciar a sessão.

Ligue-se por rede social:

Ou insira as suas credenciais:

Esqueceu-se da palavra-passe?

Não tem o seu perfil no ECO?
Faça aqui o registo.

Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

Fale connosco [email protected]
1
Entrar
2
Pagar
Ler

Torne-se premium

Uma visão económica e política do país e do mundo. Exclusiva. Com assinatura. Só os membros desta comunidade têm acesso. Para decidir de forma informada, e antes dos outros. Não queremos assinantes, queremos membros ativos da comunidade.

Escolha a sua assinatura

Assinaturas Corporate

Assinar Eco Premium

{{ calculatePrice('premiumEco') }} por ano por mês

Assinar

Assinar Eco Premium e Advocatus

{{ calculatePrice('premiumEcoAdvocatus') }} por ano por mês

Assinar
Política

O que muda com o novo código de contratos públicos?

Imagem de Patrícia Abreu
Imagem de Filipa Ambrósio de Sousa
  • Patrícia Abreu e Filipa Ambrósio de Sousa
  • 16 Abril 2026

O Executivo aprovou o novo código da contratação pública, uma reforma que pretende desburocratizar e simplificar processos, assim como aproximar Portugal dos limiares aplicados na Europa.

Ver Descodificador Ver Descodificador
  1. Quais são os princípios desta reforma e porque é que o Estado quis mudar a contratação pública?

  2. Os procedimentos vão ser menos pesados para as empresas?

  3. O peso da contratação pública na economia portuguesa vai aumentar?

  4. Os limites dos valores na contratação pública vão mudar?

  5. Como comparam os limiares aplicados em Portugal com a Europa?

  6. Qual o impacto destas mudanças para o Estado e empresas?

  7. O que é a “iniciativa espontânea”?

  8. O regime das empreitadas muda?

  9. Porque é que Portugal era dos países mais restritivos da Europa na contratação pública?

https://eco.sapo.pt/descodificador/o-que-muda-com-o-novo-codigo-de-contratos-publicos/
https://eco.sapo.pt/descodificador/o-que-muda-com-o-novo-codigo-de-contratos-publicos/

O que muda com o novo código de contratos públicos?

Imagem de Patrícia Abreu
Imagem de Filipa Ambrósio de Sousa
  • Patrícia Abreu e Filipa Ambrósio de Sousa
  • 16 Abril 2026
1
Quais são os princípios desta reforma e porque é que o Estado quis mudar a contratação pública?
2
Os procedimentos vão ser menos pesados para as empresas?
3
O peso da contratação pública na economia portuguesa vai aumentar?
4
Os limites dos valores na contratação pública vão mudar?
5
Como comparam os limiares aplicados em Portugal com a Europa?
6
Qual o impacto destas mudanças para o Estado e empresas?
7
O que é a “iniciativa espontânea”?
8
O regime das empreitadas muda?
9
Porque é que Portugal era dos países mais restritivos da Europa na contratação pública?
  • Quais são os princípios desta reforma e porque é que o Estado quis mudar a contratação pública?

    1 de 9

    O novo código dos contratos públicos surge no âmbito da reforma do Estado que está a ser promovida pelo Governo e que quer simplificar e reduzir a burocratização. De acordo com o ministro adjunto da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, esta reforma segue três princípios: “Simplificação e desburocratização do procedimento, foco no desenvolvimento económico e flexibilização dos procedimentos”.

    Segundo explicou, as novas regras vão permitir explorar um potencial ao nível da contratação pública “que está a ser travado pela complexidade” burocrática.

    Para o Governo, o novo Código dos Contratos Públicos pretende criar “uma nova lógica de contratação pública, que valoriza a qualidade, a eficiência da despesa, a inovação e a sustentabilidade; aposta na digitalização e modernização tecnológica, tornando os processos mais rápidos e inteligentes; simplifica e flexibiliza os procedimentos, reduzindo burocracia e acelerando decisões; reforça o planeamento da contratação, para melhorar a execução e evitar atrasos e clarifica regimes essenciais, garantindo maior segurança jurídica e previsibilidade”.

    Proxima Pergunta: Os procedimentos vão ser menos pesados para as empresas?

  • Os procedimentos vão ser menos pesados para as empresas?

    2 de 9

    As novas regras apostam numa simplificação, que vai reduzir a carga burocrática para as empresas. O novo código vai adotar o princípio “só uma vez”. Ou seja, vai dispensar a apresentação de documentos que já estejam na posse do Estado.

    Por outro lado, há lugar à eliminação de documentação declarativa “desnecessária e repetitiva”. Medidas que devem permitir suprimir a entrega de mais de três milhões de documentos por ano, diz o Governo.

    Proxima Pergunta: O peso da contratação pública na economia portuguesa vai aumentar?

  • O peso da contratação pública na economia portuguesa vai aumentar?

    3 de 9

    A contratação pública representou cerca de 5% a 6% do PIB em Portugal, na última década. Com esta reforma — nomeadamente com o aumento dos limiares e a simplificação dos procedimentos — “estima-se que este peso possa crescer significativamente, podendo aproximar-se de 15% do PIB previstos na média da UE, e de forma conservadora”, prevê o Executivo.

    A expectativa do Governo é que as novas regras aumentem a capacidade de contratação e potenciem o investimento público e privado.

    Proxima Pergunta: Os limites dos valores na contratação pública vão mudar?

  • Os limites dos valores na contratação pública vão mudar?

    4 de 9

    Sim, esta é uma das principais alterações introduzidas nas novas regras. O Governo considera que os limiares em vigor “estavam desajustados da realidade económica e criavam bloqueios desnecessários”.

    “Ao alinhar com a Europa reduz-se burocracia, acelera-se investimento e aumenta-se a capacidade de execução”. Há lugar à subida dos limiares para adoção de ajuste direto e consulta prévia.

    Na aquisição de bens e serviços, no ajuste direto, o limiar sobe dos atuais 20 mil euros para 75 mil euros, enquanto na consulta prévia o limiar é fixado em 130 mil euros, o que compara com os atuais 75 mil euros.

    Na empreitada, o limiar aplicado no ajuste direto quintuplica para 150 mil euros, face aos atuais 30 mil euros, enquanto a consulta prévia sobe de 150 mil até um milhão.

    Proxima Pergunta: Como comparam os limiares aplicados em Portugal com a Europa?

  • Como comparam os limiares aplicados em Portugal com a Europa?

    5 de 9

    Portugal fixou limiares muito abaixo dos previstos nas diretivas europeias e, mesmo com as atualizações aprovadas, mantém-se atrás dos limites europeus.

    “Por comparação, as diretivas europeias estabelecem limiares muito superiores (na ordem dos milhões de euros, dependendo do tipo de contrato e entidade), a partir dos quais é obrigatória a publicação a nível europeu. Portugal criou um sistema mais burocrático, mais lento e menos eficiente do que o permitido pela própria União Europeia”, refere o Governo.

    Por exemplo, ao nível da aquisição de bens e serviços, o novo código fixa um limiar de 130 mil euros. A diretiva europeia prevê nos ajustes diretos um limiar de 139 mil euros (quando for o Estado a contratar).

    O Executivo realça que Portugal ficou aquém do que era permitido pelas diretivas europeias. “Enquanto a União Europeia define limiares elevados (na ordem dos milhões de euros) a partir dos quais é obrigatória a abertura de concursos a nível europeu, Portugal optou por fixar limites nacionais muito mais baixos, sujeitando contratos de menor valor a procedimentos mais pesados e demorados”.

    Proxima Pergunta: Qual o impacto destas mudanças para o Estado e empresas?

  • Qual o impacto destas mudanças para o Estado e empresas?

    6 de 9

    O Governo considera que estas alterações o Estado fica dotado com maior capacidade para executar investimento público e utilização estratégica da contratação para objetivos económicos, sociais e ambientais.

    Para as empresas, em particular PME e startups, “a reforma permite a redução de custos de participação, maior clareza jurídica; acesso mais fácil a oportunidades no mercado único europeu que se traduz num reforço da competitividade”.

    Proxima Pergunta: O que é a “iniciativa espontânea”?

  • O que é a “iniciativa espontânea”?

    7 de 9

    Trata-se de um novo procedimento que vai permitir que um operador económico apresente à entidade adjudicante uma iniciativa para desenvolvimento de um projeto. Com esta medida o Estado deixa de estar limitado a soluções previamente definidas e “passa a poder beneficiar diretamente da iniciativa, criatividade e capacidade de inovação da sociedade”.

    Caso o Estado decida avançar com essa proposta, terá de a colocar em concurso, garantindo transparência e concorrência. “A iniciativa espontânea transforma a contratação pública num instrumento mais aberto, dinâmico onde o Estado deixa de ser apenas comprador passando a ser também parceiro da inovação”.

    Proxima Pergunta: O regime das empreitadas muda?

  • O regime das empreitadas muda?

    8 de 9

    Sim. Entre as alterações destacadas está ainda a criação de um regime próprio para as empreitadas de concepção-construção, obrigação de revisão ordinária de preços para contratos de longa duração. Ou seja, contratos de duração superior a três anos estão mais expostos à volatilidade dos preços, o que contribui para situações de conflito contratual.

    Proxima Pergunta: Porque é que Portugal era dos países mais restritivos da Europa na contratação pública?

  • Porque é que Portugal era dos países mais restritivos da Europa na contratação pública?

    9 de 9

    Porque enquanto a União Europeia definiu limiares elevados (na ordem dos milhões de euros) a partir dos quais é obrigatória a abertura de concursos a nível europeu, Portugal optou por fixar limites nacionais muito mais baixos, sujeitando contratos de menor valor a procedimentos mais pesados e demorados.

https://eco.sapo.pt/descodificador/o-que-muda-com-o-novo-codigo-de-contratos-publicos/

Newsletters

Receba gratuitamente informação económica de referência

Subscrever

Siga-nos

Explorar

  • ECO News
  • Empresas
  • Personalidades
  • Descodificadores
  • Entrevistas
  • Reportagens
  • Especiais
  • Opinião
  • Autores

Sobre

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Regras da Comunidade
  • Contactos

Newsletters

Receba gratuitamente informação económica de referência

Subscrever Subscrever

Download

Disponível gratuitamente para iPhone, iPad, Apple Watch e Android

App Store Google Play
  • Explorar
    • ECO News
    • Empresas
    • Personalidades
    • Descodificadores
    • Entrevistas
    • Reportagens
    • Especiais
    • Opinião
    • Autores
  • Sobre
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Termos e Condições
    • Política de Privacidade
    • Política de Cookies
    • Regras da Comunidade
    • Contactos

Siga-nos

© Copyright ECO 2026 Swipe News, SA. Todos os Direitos Reservados
O seu browser está desatualizado!

Atualize o seu browser para ter uma melhor experiência e visualização deste site. Atualize o seu browser agora

×