Há um desequilíbrio de género no setor tecnológico e o ponteiro da balança não tem mudado nas últimas décadas, lamenta Daniela Braga, empreendedora há 25 anos no setor.
Esta entrevista faz parte da 16.ª edição do ECO magazine. Pode comprar aqui.“Continua a não se conseguir incentivar diversidade a ir para estas áreas tecnológicas, porque se criou este estereótipo que são áreas que não são femininas ou mais difíceis”, considera Daniela Braga. Na Defined.ai, entre os cerca de 120 trabalhadores, 40% são mulheres. Na liderança da empresa, dos nove elementos da direção, cinco são do género feminino. No setor t
echnota-se muita falta de mulheres, e com a IA, parece-me, as mulheres estão ainda menos visíveis. Sente-se menos acompanhada na sala, mais sozinha? Estou há 25 anos em inteligência artificial. A área de inteligência artificial está dentro de uma área maior chamada
computer science, nesta área só 20% das mulheres saem por ano das universidades nos
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