“Não basta ter algoritmos e dados. Precisamos que as empresas tenham acesso a computação avançada”premium

Luísa Ribeiro Lopes, do Instituto Progresso, explica as principais ideias do 'think tank' na área da IA, incluindo em computação avançada e uma possível "atualização" da Constituição.

O recém-fundado Instituto Progresso vai apresentar neste sábado o seu primeiro documento de política pública, dedicado à transformação da economia portuguesa com recurso à inteligência artificial (IA). Em entrevista ao ECO, Luísa Ribeiro Lopes, presidente do conselho diretivo do .PT, que aqui intervém como diretora de Digital e Inovação da associação, explica as propostas mais emblemáticas, como o lançamento de uma discussão sobre a possibilidade de "atualizar" a Constituição da República Portuguesa para incluir uma "reserva de decisão humana" em matérias que afetam direitos, liberdades e garantias.

O think tank propõe ainda a criação, promovida pelo Estado, de "berçários" para as empresas menores poderem testar aplicações que requerem computação avançada em infraestrutura de empresas de maior dimensão, como as…

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