"O que conseguimos fazer de dispersão de risco, abrindo a mercados de maior valor acrescentado, permite-nos reagir bem num ano que não é fácil", diz o presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade.
A Guerra no Médio Oriente e o consequente aumento dos preços dos combustíveis, a persistência da guerra na Ucrânia e o comboio de tempestades que assolou sobretudo a zona centro do país fazem de 2026 "um ano atípico". Mas, ainda assim o setor está a crescer, sobretudo ao nível das receitas e se a tendência se mantiver até dezembro, Portugal caminha para mais um recorde, diz o presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, em entrevista ao ECO.
"Com os números que temos a julho, o turismo tem mais 3,6% de receitas do turismo face ao ano passado. Pode pensar-se que é um número pequeno. Não é. Este número, a…
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