Desde a promessa, há 26 anos, de uma explosão no crescimento económico, o Brasil tem vivido uma montanha-russa de choques e ligeiras recuperações. As matérias-primas continuam a ser trunfo.
Há quase um século que o Brasil carrega consigo a promessa de ser “o país do futuro”. A expressão, cunhada em 1941 pelo escritor austríaco Stefan Zweig, foi recuperada mais de 70 anos depois por Alberto Ravizzoli, num livro em que questiona a distância entre o potencial do maior mercado da América do Sul e a dificuldade em transformar vantagens – entre elas, os recursos agrícolas, energéticos e minerais – em desenvolvimento sustentado.
As últimas duas décadas e meia ajudam a perceber por que razão essa promessa continua por cumprir. O Brasil ganhou escala, diversificou a economia e atravessou sucessivos choques, das recessões internas à…
Este artigo é exclusivo para assinantes
Assine o ECO Premium e continue a ler esta e todas as notícias exclusivas, sem limites.
Já é assinante? Iniciar sessão
Ver todos os planos