Conselho de supervisão da maior fabricante de automóveis da Europa aprovou uma série de despedimentos sem precedentes na empresa alemã. O histórico Ferdinand Piëch daria o seu OK?
As palavras proferidas, em 1993, pelo engenheiro mecânico austríaco Ferdinand Piëch, neto do fundador da Porsche e responsável por tornar a Volkswagen num pujante grupo económico, mantêm-se atuais mais de 30 anos depois. Ao dar a cara perante uma empresa que estava a atravessar uma crise sem precedentes - havia reportado o primeiro prejuízo da sua história moderna - e a duvidar se conseguiria pagar os salários dos dois meses seguintes, Ferdinand Piëch deixou uma mensagem intemporal: “Espero que os acionistas continuem a ter confiança em nós para que possamos não só sair da atual recessão e crise estrutural numa posição competitiva mais forte, como concretizar o nosso objetivo de tornar a Volkswagen a fabricante de veículos de maior sucesso”.
“Nos últimos anos, a suposição inquestionável de que o futuro traria um crescimento contínuo encorajou a indústria automóvel a prosseguir estratégias de expansão que envolvessem investimentos em grande escala. No entanto, hoje…
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