Empresas alemãs estão atentas à gigafábrica de Sines, mas preocupadas com a burocraciapremium

Líder da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã afirma que a "falta absoluta" de capacidade de processamento de IA beneficiará Portugal, onde o custo da energia é mais baixo do que noutros países.

“Há sempre imensos investimentos na calha, porque Portugal está bastante na moda”. As palavras são de Markus Kemper, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, que prevê um especial interesse germânico na gigafábrica de inteligência artificial (IA) à qual Portugal concorre para instalar em Sines.

Em entrevista ao ECO, o líder da comunidade empresarial luso‑alemã disse que “investimentos como a gigafábrica de IA vão atrair muitos investidores alemães”, porque a Península Ibérica é mais atrativa perante concorrentes…

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