EUA e China cortam dependência, mas não se desligam um do outro, enquanto UE enfrenta mesmo dilema, mas com menos poder. Portugal joga entre "laços" com americanos e "excelente relação" com chineses.
Quando os presidentes dos Estados Unidos e da China se sentarem frente a frente esta quinta-feira na Sala Oval, a União Europeia (UE) estará fisicamente longe da mesa, mas economicamente muito perto dela. Pela terceira vez desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, os líderes das maiores potências económicas do mundo vão negociar as condições da sua relação, que, além das tarifas, terras raras, semicondutores, inteligência artificial (IA) e energia, é inevitavelmente marcada pelas tensões geopolíticas, sobretudo no Irão.
O resultado mais antecipado era a nova extensão da trégua comercial alcançada no final de outubro de 2025 na Coreia do Sul, e que já foi anunciada entretanto, na quarta-feira, pelo secretário…
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