Seleção sem Ronaldo? “Perde o maior megafone que alguma vez teve”premium
Daniel Sá, diretor-executivo do IPAM, e Miguel Guerra, managing director da Nossa Sports, explicam porque é a marca Seleção, e não a marca Ronaldo, quem mais arrisca perder.
"A marca da seleção confunde-se com a marca de Cristiano Ronaldo." A frase é de Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), e foi dita em maio, na 4.ª Conferência Bola Branca da Rádio Renascença. Na altura, garantia que o pós-Cristiano se preparava "não dramatizando", que o jogador estaria "sempre umbilicalmente ligado" à Federação e ao país e que a FPF foi preparando as receitas para não depender "de um ou outro patrocinador" nem de "um ou outro jogador", num ciclo que "acontecerá naturalmente e normalmente".
Esse ciclo pode estar mais perto de se concretizar, e não da forma natural que Proença previa. Na quarta-feira, Ronaldo abandonou o estágio da Seleção Nacional, na sequência de alegados desentendimentos com…
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