2023, um ano para digerir estepremium

Com a prescrição de algum Kompensan orçamental e ansiolíticos para alguns líderes, há a expectativa de que o mundo em 2023 seja melhor do que neste, e, sobretudo, acabe melhor do que vai começar.

O ano que agora acaba será de má memória por motivos sobejamente conhecidos. O próximo, sendo certamente difícil, pode levantar-nos um pouco o espírito, mesmo que só lá mais para a segunda metade. É essa a expectativa para a economia na Europa. Depois de uma recessão pouco profunda que já estará em marcha em vários países e continuará pelos primeiros meses de 2023, há já sinais, dados pelos indicadores avançados, de que a segunda metade do ano poderá trazer uma retoma. É, de resto, essa a previsão da generalidade das instituições internacionais, como o FMI, a OCDE ou a Comissão Europeia. Esta última aponta para um aumento de 0,3% no PIB, com a recuperação a chegar com a primavera. Já sobre os EUA as opiniões dividem-se entre os que acreditam que a economia irá atravessar o próximo ano

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