Eram 5h45 quando entrámos no autocarro inaugural da Flixbus no terminal lisboeta. Empresa quer mais horários e lamenta que Câmara de Lisboa não dê informações sobre projeto de expansão do terminal.
Era uma vez um português, um terminal e um alemão... A história poderia começar em tom humorístico, não fora tratar-se de uma disputa comercial e jurídica que envolve a maior operadora portuguesa de autocarros e uma gigante internacional cujas receitas superam os 2 mil milhões de euros.
Às 5h45 desta terça-feira, quando o ECO/Local Online entrou na gare de Sete Rios dentro do autocarro da Flixbus conduzido por Armando Gonçalves, começava um novo capítulo do diferendo que obrigou o…
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