Em Santa Maria, ‘voa-se em gravidade zero’ para a próxima corrida espacialpremium

A pequena ilha açoriana, que recebeu 35 jovens em voo parabólico, está também no centro dos planos de Portugal para lançar, acompanhar e receber missões espaciais.

“Foi pioneiro a nível europeu e muitos países copiam, o que também é outro motivo de orgulho”, afirma Ricardo Conde, ao ECO/eRadar. Segundo o presidente da Agência Espacial Portuguesa, a diferença está também no processo: Portugal não se limita a proporcionar um voo parabólico, mas organiza um processo de seleção em várias etapas e envolve entidades externas na escolha dos participantes.

O objetivo é, por isso, aproximar uma geração mais nova de um setor que mudou significativamente nos últimos anos. “Nós temos um setor competitivo, atrativo para os jovens. Em seis anos mudou-se…

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