Em Troia testam-se ‘salsichas voadoras’ para integrar na Marinha Portuguesapremium

Entre sistemas autónomos de vários países, a Marinha prepara novas capacidades para os seus navios e defende maior incorporação de tecnologia portuguesa.

Após sairmos do “salão de jogos” da Armada portuguesa, entramos numa das maiores salas que passamos até agora: o centro de comando do exercício, que serve para garantir a segurança do mesmo e os timings certos para cada empresa e entidade poder testar os sistemas autónomos que trouxe até Troia. Nesta sala só se vê apenas uma bandeira: a da NATO. Aqui todos trabalham em conjunto para garantir a funcionalidade do exercício militar que reúne 36 marinhas, além de mais de 60 empresas e entidades de investigação e desenvolvimento, 13 universidades e cinco organizações da NATO ligadas às operações marítimas e a veículos não tripulados.

Ao centro de uma das duas maiores paredes está um ecrã gigante, ladeado por outros seis que juntos formam uma superfície semelhante. Ao lado, um quadro branco, como os que existem nas…

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